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Uma ex-funcionária do Google decidiu mover uma ação judicial contra a empresa. April Curley, contratada em 2014 como especialista em programas universitários na cidade de Nova York, acusa a gigante de buscas de praticar “discriminação contra funcionários negros”.
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No processo, Curley alega que foi prejudicada e posteriormente demitida por defender uma reforma no que chama de “padrões duplos impostos aos funcionários” da big tech.

“Os funcionários negros do Google enfrentam um ambiente de trabalho hostil e sofrem retaliação se ousar desafiar ou se opor às práticas discriminatórias da empresa”, diz a ação, que também sugere que o Google contrata poucos negros, e, quando o faz, os direciona para cargos mais baixos.
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Segundo as informações divulgadas na última sexta-feira (18), o cargo de Curley era voltado para identificar funcionários em potencial entre estudantes negros em Nova York. A funcionária foi demitida no fim de 2020, segundo documentos anexados no processo.
“O Google não estava genuinamente interessado em diversidade real e oportunidades iguais de emprego, mas queria apenas polir sua imagem pública para fins de marketing”, afirma a denúncia.
“Embora o Google afirme que estava procurando aumentar a diversidade, na verdade eles estavam desvalorizando, pagando mal e maltratando seus funcionários negros”, reforça o advogado de Curley, Ben Crump.
Processo pode se tornar ação coletiva
A ação movida no Vale do Silício contra a gigante de buscas pode ganhar o status de ação coletiva para representar outros funcionários negros que também se sentiram discriminados pelo Google. O Departamento de Emprego e Habitação da Califórnia diz que já está investigando as alegações.
Por fim, os advogados de Curley citaram estatísticas que ajudam a reforçar a tese da denunciante. Em 2021, somente 4,4% dos funcionários do Google eram negros, sendo que apenas 3% das pessoas ocupam cargos de gerência na empresa.
O Google, por sua vez, ainda não emitiu um comunicado oficial sobre o caso.
Fonte: New York Times
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