Siga o Olhar Digital no Google Discover
Você leva seu celular a reuniões de trabalho? Se a resposta for “sim”, ela é bem diferente do que pensa Margrethe Vestager, política dinamarquesa que chefia a área de tecnologia na União Europeia (UE). Vice-presidente executiva da Comissão Europeia, ela deixa deixa tudo do lado de fora para evitar espionagem digital.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Inclusive, quem quiser chegar a um acordo com a chefe de tecnologia do bloco econômico, a resposta correta é sempre “não” para aquela primeira pergunta. Funcionários também. “Devemos ser cuidadosos, sempre cuidadosos, para não ter telefones na sala quando houver discussões críticas”, disse, nesta quinta-feira (21).
Leia mais:
- Após sanções da UE, Binance restringe serviços na Rússia
- Indústria de criptomoedas se posiciona contra nova política da União Europeia
- UE entra com acusação extra de antitruste contra Apple; dessa vez por reclamação do Spotify
“Eu deixo meus telefones e meu iPad fora da sala antes de entrar”, emendou Vestager.
A decisão da vice-presidente executiva da Comissão Europeia não é de se questionar. Em 2021, uma investigação revelou que a tecnologia de spyware Pegasus da empresa israelense NSO Group Ltd. foi usada para espionar jornalistas, ativistas e executivos de negócios.
Entre os alvos da espionagem digital, estavam líderes mundiais como o presidente francês Emmanuel Macron e o primeiro-ministro da África do Sul Cyril Ramaphosa. Celulares de funcionários de governo e pelo menos 180 jornalistas também foram alvejados. Um dos governos acusados de usar a tecnologia para bisbilhotar críticos foi a Hungria.

“Podemos cuidar de nós mesmos e de nossa própria segurança dentro da comissão e de diferentes órgãos e agências, mas também é importante que os estados membros se concentrem nisso para garantir que não haja vigilância ilegal”, avaliou Vestager.
A política dinamarquesa, apesar de deixar o celular de fora de reuniões, porém, afirmou que é muito “chata” para ser um alvo interessante para os espiões. “A maior parte do meu feed é tão chato que, mesmo que você tivesse acesso a ele, você pensaria, meu Deus, essa mulher não tem vida”, completou.
Margrethe Vestager é também a chefe antitruste da União Europeia, que vem investigando a atuação de diversas gigantes da tecnologia no Velho Continente.
Via: Bloomberg
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!