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O Alzheimer é, infelizmente, uma doença que não tem cura. Porém, pesquisadores buscam métodos mais efetivos de detectar a doença para que o tratamento seja mais eficaz e assertivo. Um desses novos métodos de diagnóstico é um novo tipo de exame de sangue que está chegando ao Brasil.
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O exame foi lançado pelo laboratório Dasa para casos de comprometimento cognitivo leve ou suspeita de demência. O produto é semelhante ao que foi recentemente aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos.
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O exame faz a detecção das placas amiloides, uma espécie de acúmulo de proteínas que interfere no funcionamento das células cerebrais, que pode ser encontrada no cérebro de quem convive com o Alzheimer.
Após coletar a amostra de sangue do paciente, é realizado um procedimento chamado espectrometria de massas, que detecta moléculas em pequenas concentrações, para identificar os tipos 40 e 42 da proteína beta-amiloide.
“Sabemos que o diagnóstico precoce possibilita desacelerar a progressão da doença e garante mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família”, conta o diretor médico da Dasa, Gustavo Campana.

Apesar da corrida pela detecção precoce, especialistas afirmam que o diagnóstico de Alzheimer continua sendo complexo e majoritariamente clínico.
“Em 80% dos casos, [o diagnóstico] é feito a partir de exame físico completo, análise do histórico do paciente, de exames de sangue para descartar outros problemas e da avaliação neuropsicológica, que serve para quantificar as queixas de memória”, afirma o neurologista Ivan Okamoto, ao portal R7.
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