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Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC), da Universidade de São Paulo, identificaram um método com potencial para prever a gravidade da infecção por Covid-19 nos pacientes. De acordo com informações da Agência Brasil, a análise é feita a partir do teste sanguíneo e pode se tornar a principal ferramenta na hora da triagem dos atendimentos.
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Publicado na revista científica Journal of Proteome Research, o método identificou que os pacientes infectados pela doença tiveram variações na concentração de seis substâncias encontradas no sangue, chamadas de metabólitos, sendo elas glicerol, acetato, 3-aminoisobutirato, formato, glucuronato e lactato.

Segundo a pesquisa, quanto maior o desequilíbrio na quantidade dessas substâncias no início da infecção, mais graves os quadros de saúde que os pacientes desenvolviam.
O estudo analisou amostras de plasma sanguíneo de 110 pacientes com sintomas gripais que passaram, em 2020, pelo Hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 53 deles estavam infectados com a Covid-19.
Dos infectados, 10 apresentaram complicações e foram para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com registro de duas mortes. Nestes pacientes, a variação das substâncias mencionadas era significativamente mais acentuada.
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Os resultados do estudo podem contribuir, conforme apontou o IQSC, para o desenvolvimento de um novo protocolo clínico que ajudaria médicos e hospitais a identificarem, já nos primeiros dias de sintomas, pacientes que possam desenvolver a forma grave da doença.
Ainda segundo o IQSC, mais estudos serão realizados a fim de ampliar o número de amostras e também incluir novos grupos, como os já vacinados contra a Covid-19. Informações sobre gênero e idade, por exemplo, também serão consideradas em análises futuras.
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