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Um recente estudo da Universidade UTHealth Houston, dos Estados Unidos, revelou que a vacina da gripe além de proteger contra o vírus também pode criar uma resistência contra o Alzheimer. Segundo a pesquisa, que foi divulgada pelo UOL, pessoas que receberam o imunizante mostraram ser 40% menos propensas a desenvolver a doença degenerativa do que aquelas que não tomaram a vacina.
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Além disso, a análise mostrou que a quantidade de vezes que a pessoa se imunizou contra a gripe também conta. Conforme os dados, quanto mais doses tomadas ao longo da vida – conforme campanha anual de vacinação – menor serão as chances de desenvolver o Alzheimer.

Ainda não está claro o motivo da vacina conseguir reduzir os riscos de desenvolvimento da doença, mas os cientistas lembraram que outros imunizantes também já monstraram o mesmo efeito contra o Alzheimer, como é o caso da vacina de tétano e herpes. A equipe também pretende comparar os efeitos dos imunizantes da Covid-19.
Outros estudos
Esse não é, no entanto, o primeiro estudo que aponta a relação do efeito da vacina da gripe no Alzheimer. Um outro estudo preliminar já indicava os resultados. De acordo com os pesquisadores, o foco agora é entender se o imunizante também tem o poder de evitar ou diminuir sintomas em pacientes já diagnosticados com a doença.
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O Alzheimer é uma condição progressiva que destrói a memória e outras funções mentais importantes. No Brasil, estima-se que 1,2 milhão de pessoas tenham a doença, sendo que uma fração disso está sem diagnóstico. Nos EUA, o número de pessoas com a Alzheimer é de até 6 milhões.
Ainda de acordo com o site do UOL, o artigo será publicado na edição de agosto do periódico “Journal of Alzheimer’s Disease”.
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