Siga o Olhar Digital no Google Discover
O recém-lançado supercomputador australiano, Pawsey Supercomputing Research Centre, ou apenas Setonix, conseguiu apresentar uma imagem detalhada de remanescentes de uma estrela supernova. Para interpretar a alta quantidade de dados complexos, obtidas por radiotelescópios, a máquina conta com o apoio de 36 antenas parabólicas que trabalham juntas, como um próprio telescópio.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Essas antenas são operadas pela agência nacional de ciência da Austrália (CSIRO) que transfere os dados através de fibras ópticas de alta velocidade para o Centro Pawsey e realiza o processamento e a conversão dessas informações em imagens prontas para a ciência.
Leia mais:
- Supercomputador de inteligência artificial da Meta será o mais rápido do mundo
- Conheça os 3 supercomputadores brasileiros entre os mais potentes do mundo
- Tesla revela novo supercomputador, o 5º melhor do mundo
O processamento de dados é um exercício complexo, que pode ser feito de diferentes maneiras e chegar a várias soluções e vários problemas. A imagem da supernova foi feita através da combinação de dados coletados em centenas de telescópios, e isso permitiu ao supercomputador uma visão composta dos resquícios da estrela. Quanto mais características complexas são fornecidas à máquina, mais aumenta o desafio do processamento e a necessidade de um software potente. Veja a imagem obtida abaixo:

O material ejetado da explosão dessas estrelas atinge velocidades supersônicas capazes de varrer qualquer material ou gás que encontrar ao longo do caminho. Na imagem, nota-se as emissões de elétrons altamente energizados que carregam a história da estrela explodida e os aspectos do meio interestelar no qual ela está inserida. O estudo desses remanescentes pode revelar propriedades físicas sem precedentes do meio estelar.
Os remanescentes dessa supernova, estimados em mais de um milhão de anos, e localizados a 10.000-15.000 anos-luz de distância da Terra, foram classificados pelo radioastronomo Eric R. Hill, em 1967, a partir das observações do Telescópio de Rádio Parkes do CSIRO, Murriyang.
São inúmeras as possibilidades científicas que o Setonix trará para a Ciência e para a compreensão do Universo, através do melhoramento e aceleração das análises. A imagem da supernova é apenas o início e uma das muitas características reveladas, informações muito mais impressionantes estão por vir.
Via: ScienceAlert
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!