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Uma pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), identificou um perfil único das redes comunitárias de internet dentro do país.
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Em regiões como no extremo sul da capital de São Paulo, as redes comunitárias ajudam diversas pessoas a terem acesso à internet sem que isso seja um desafio constante, por isso esse levantamento foi tão importante.
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Nele, o Comitê Gestor da Internet no Brasil e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, traçou um perfil dessas redes onde mostra que 8 a cada 10 redes comunitárias estão em regiões remotas, que possuem maior vulnerabilidade e com poucas ofertas de infraestrutura e serviços de acesso à internet.
Nessas regiões remotas foram encontrados:
- quilombos;
- territórios quilombolas;
- territórios indígenas;
- áreas ribeirinhas.
Para Juliano Cappi, Gerente Adjunto da Assessoria Técnica do CGI.br, a pesquisa mostrou que essas redes comunitárias de internet promovem a cidadania ao resolver os erros de inclusão de uma política que se baseia somente na renda das pessoas.
De acordo com a pesquisa, os moradores de periferias urbanas e visitantes de associações, assim como os alunos das escolas, as igrejas e os comerciantes locais, são os principais beneficiários a usufruírem dessas redes.

O uso da internet comunitária por essas pessoas se concentra em atividades como organizar festas e celebrações na região e no engajamento da comunidade em campanhas e temas de interesse geral, como as políticas públicas.
O estudo, que foi coordenado pelo Cebrap, o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, também revela que 93% dessas redes de internet se identificam como “organizações sem fins lucrativos”. Para 14 em cada 10, o custo e a manutenção não chega a R$ 1 mil mensalmente, assim como 4 em cada 10 precisam de doações de pessoas da própria comunidade para se manter. A mesma proporção apresentada representa o financiamento de organizações não governamentais.
Fonte: Agência Brasil.
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