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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), autarquia do Brasil responsável pela livre concorrência no mercado, aprovou a compra da Activision Blizzard pela Microsoft, dona do Xbox.
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O mundo dos games começou 2022 com uma bomba gigantesca quando a Microsoft anunciou a intenção de compra de uma das maiores distribuidoras de jogos do mundo. O principal debate sobre o processo é se essa aquisição atrapalharia o mercado de games e criaria um monopólio.
O motivo para tal preocupação é que a Activision é a distribuidora de “Call of Duty“, uma das maiores franquias de jogos do mundo. Atualmente, “CoD” faz um enorme sucesso com sua versão gratuita de battle royale “CoD: Warzone”. Milhares de pessoas jogam o FPS, logo, se a Microsoft adquire os direitos dele, pode torná-lo exclusivo do Xbox e, assim, afetar a competitividade do mercado.

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“Considerando a enorme popularidade do ‘Call of Duty’, é razoável inferir que se os jogos da Activision Blizzard não estivessem mais disponíveis nos consoles da Sony, os usuários do PlayStation poderiam decidir migrar para o Xbox”, explicou o CADE. “Também é razoável supor que, se os próximos jogos de ‘Call of Duty’ se tornarem exclusivos do ecossistema da Microsoft, os jogadores leais à marca PlayStation poderiam simplesmente abandonar a série”, finalizou.
Em sua decisão, o CADE usou a Nintendo como um exemplo de sucesso no mercado de videogames sem depender dos jogos da Activision Blizzard. Para a autarquia brasileira, a Sony, que lidera o setor há 20 anos, tem totais condições de superar essa possível “perda” e seguir em frente.
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