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* Por Rodrigo Almeida
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Por mais incrédulo que ainda esteja, eu preciso dizer: o metaverso é uma realidade. Ops! Terrenos, incorporadoras, marcas de grife, agência bancária, comércio, criptomoedas, influencers, shows e até processos são alguns exemplos do que já encontramos nesse lugar onde ‘a realidade física e virtual se associam e se confundem’.
Com a expectativa de que possamos viver experiências virtuais semelhantes, ou até mais surpreendentes que as da “vida real”, o metaverso oferece uma existência paralela completa, com trabalho, lazer, interações sociais, descobertas, aprendizado, consumo e acúmulos. Tudo isso, reitero, em realidade virtual.
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De acordo com a Gartner, empresa de pesquisa e consultoria de tecnologia, até 2026, cerca de 25% da população mundial, ou algo em torno de 2 bilhões de pessoas, estarão no metaverso. Atentos a isso, marcas, organizações e empresas precisam se empenhar no desenvolvimento de presença e ações para atrair e fidelizar usuários, que – em estimativa – movimentarão a impactante cifra de US$1 trilhão, segundo a Grayscale, maior gestora de bitcoins do mundo.
Diante de um futuro previsto, surge também a demanda na construção de reputação em ambiente de realidade virtual. É emergente que profissionais, usuários e empresas entendam a confluência que existe entre as realidades, onde, acredita-se que, uma impactará diretamente na percepção da outra.
Assim como acontece nos ambientes de rede social, as atitudes, posturas e comportamentos exercidos nos ambientes, deverão ser pensados de forma estratégica, para que a gestão da imagem e consequente construção da reputação seja idônea, admirada e exemplar.
Boas práticas, responsabilidade social, ESG e diversidade já são pautas que merecem e precisam estar no planejamento dos novos negócios. Entendendo sobre o quanto as experiências serão complementares, marcas e profissionais precisarão se desdobrar, reestruturar equipes e consequentemente repensar suas estratégias, de forma que se complementem, permitindo uma narrativa fluida, coerente e coesa.
Acontece que não se trata mais de um ambiente lúdico e gamificado, mas sim de uma nova forma de existência. Tão prevista, mas pouco acreditada, o metaverso ainda causa estranhamentos e desconfiança, favorecendo a insensatez de investidores mais arrojados e ‘caraminholando’ a segurança dos perfis conservadores.
No fim, alguém estará com a vantagem. E você, vai pagar para ver?
* Rodrigo Almeida é Relações Públicas; Mestre em Gestão e Tecnologia; Diretor da agência CRIATIVOS
Imagem: Thinkhubstudio (Shutterstock)
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