Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tornou obrigatória a cobertura, por planos de saúde, de tratamentos com um novo remédio contra a asma e três medicamentos contra o câncer. A medida passa a valer a partir desta quarta-feira (9), quando a Resolução Normativa 550, de 4 de novembro de 2022, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Segundo informações da Agência Brasil, os novos medicamentos com cobertura são: Dupilumabe, usado para tratar asma grave com inflamação do tipo 2, com fenótipo alérgico. E o Niraparibe, Axitinibe (em combinação com Pembrolizumabe) e o Levomalato de Cabozantinibe (em combinação com Nivolumabe) para tratamento de câncer.
Leia mais!
- Covid-19: São Paulo registra primeira morte relacionada à subvariante BQ.1
- Pressão alta e estresse: combinação é responsável por 15% dos casos de infarto
- Covid-19: aumento de casos alerta para nova onda no Brasil
O Niraparibe é usado em terapias de manutenção de pacientes adultas com carcinoma de ovário, da trompa de Falópio ou peritoneal primário avançado de alto grau, que responderam completamente ou em parte, após a conclusão da quimioterapia de primeira linha à base de platina.

O Axitinibe, em combinação com Pembrolizumabe, é indicado para tratamento de primeira linha de pacientes com carcinoma de células renais (CCR) avançado ou metastático, com risco prognóstico IMDC intermediário ou desfavorável.
Já o Levomalato de Cabozantinibe, em combinação com Nivolumabe, é usado no tratamento de primeira linha de pacientes adultos com carcinoma de células renais (CCR) avançado.
ANS e a revisão de coberturas
Faz algum tempo que a ANS vem revendo a cobertura de procedimentos e medicamentos no rol da agência. Recentemente, a organização também decidiu que planos de saúde devem cobrir transplantes de fígado para o tratamento de pacientes com doença hepática. Veja detalhes aqui.
Somente este ano, foram incorporados à lista de coberturas obrigatórias 12 procedimentos e 25 medicamentos, bem como ampliações importantes para pacientes com transtornos de desenvolvimento global, como o transtorno do espectro autista, além do fim dos limites para consultas e sessões de psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia, desde que sob indicação médica.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!