Siga o Olhar Digital no Google Discover
A população jovem do Irã está usando a rede social TikTok para protestar sobre a atual situação do país. Após a morte de Mahsa Zhina Amini, de 22 anos, e os agressivos relatos da tentativa de repressão no país, o fluxo de informações ocorreu em grande escala.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A plataforma permite que, com o uso de hashtags e o compartilhamento de vídeos, a população contorne as tentativas de censura do governo iraniano para bloquear informações sobre a atual situação do país.
Leia mais:
- Gerenciador de senhas é seguro? LastPass sofre novo vazamento de dados
- Apple anuncia novos e avançados recursos para proteção de dados
- Ataque zumbi no Android! Campanha de malware invade dispositivos e rouba dados
“Arte e informação produzida por não especialistas, incluindo fanfics e jornalismo cidadão. Por isso acredito que o TikTok está se mostrando uma ferramenta eficaz de ativismo político diante da severa repressão”, disse a pesquisadora Whitney Shylee May ao The Verge.
Como isso ocorre
Para utilizar a rede social, os manifestantes usam uma rede privativa virtual (VPN), assim, é possível se ter rede para publicar um vídeo mesmo com os apagões provocados pelo governo.
Outros manifestantes que apoiam a situação curtem os vídeos, além de utilizar as ferramentas do TikTok para costurar, usar um trecho do vídeo em outra publicação, fazer duetos e reagir ao vídeo assistido. Desta forma, o conteúdo original tem um alcance muito grande e em questão de minutos os usuários se tornam anônimos e não conseguem ser censurados pelo governo.
Alguns vídeos acabam violando as diretrizes da comunidade da rede social, mas por terem interações tão rápidas fica quase impossível remover o conteúdo da plataforma. Em uma postagem na plataforma, a advogada iraniana-americana. Elica Le Bon, teve mais de 620 mil visualizações e pede aos seus seguidores que compartilhem qualquer conteúdo relacionado ao protesto que está ocorrendo. Assim, o mundo continuará informado sobre a atual situação deles e continuará protestando também.
A música é de extrema importância para o TikTok e, na maioria dos vídeos, a canção utilizada é Baraye. A faixa já tem mais de 11,7 milhões de reproduções e foi composta pelo iraniano Shervin Hajipour. A letra é composta por diversos tweets que retratam a atual situação do país.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!