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A realidade virtual é uma das principais promessas para o futuro da tecnologia e do desenvolvimento do metaverso, mas apesar de ser usada mais amplamente para entretenimento, ela também tem se mostrado muito eficaz para auxiliar no tratamento de doenças mentais.
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No artigo “Inteligência artifical e doenças mentais”, publicado pela Recisatec – Revista Científica de Saúde Tecnologia, ressalto a contribuição da inteligência artificial para a neurociência e o importante papel da realidade virtual nesse processo pela sua singular capacidade de criar e moldar ilusões de realidade de forma tão verossímil que o cérebro dos pacientes é interpretado quase de totalmente como uma experiência real.
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Essa capacidade permite que a tecnologia seja utilizada no tratamento de condições como ansiedade, depressão e até mesmo psicose, assim como ajudar a compreender melhor a evolução de doenças neurodegenerativas em pacientes e ajudar na reabilitação após derrames.
A terapia de exposição à realidade virtual, chamada de VRET, é muito utilizada para tratar fobias, traumas, depressão, ansiedade, TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo e até mesmo Burnout, utilizando os ambientes virtuais para facilitar o processo de habituação, aceitação e modulação de sintomas físicos quando expostos a determinadas circunstâncias.
Além de uma excelente forma de entretenimento, a realidade virtual pode ajudar bastante no tratamento de diversas condições e patologias, benefícios esses que podem ser ampliados com o desenvolvimento maior da tecnologia, que também pode auxiliar em pesquisas acerca do cérebro.
*Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues é um Pós-doutor e PhD em neurociências eleito membro da Sigma Xi, The Scientific Research Honor Society e Membro da Society for Neuroscience (USA) e da APA – American Philosophical Association, Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. É diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), Cientista no Hospital Universitário Martin Dockweiler, Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International, Membro ativo da Redilat, membro-sócio da APBE – Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva. Membro Mensa, Intertel e TNS
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