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A Food and Drug Administration (FDA) retirou a autorização de uso emergencial do medicamento Evusheld nos Estados Unidos. Fabricado pela AstraZeneca, o remédio era indicado para prevenção da Covid-19, ou seja, uma medida profilática (impedir ou reduzir o risco de transmissão de uma doença).
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Segundo informações da Reuters, o órgão avaliou que a droga não neutraliza subvariantes da Ômicron, como no caso da XBB.1.5.1, apelidada de variante Kraken. Considerando que quase metade de todos os casos da doença no país norte-americano tem a cepa como responsável, o medicamento pode ter se tornado obsoleto.
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O Evusheld é uma combinação de dois anticorpos monoclonais (cilgavimabe + tixagevimabe) e a aplicação é realizada por injeção intramuscular. Ele é indicado especialmente para as pessoas com o sistema imunológico comprometido por conta de alguma doença ou tratamento, o que resulta numa queda de eficiência das vacinas — mas não as substituindo.

Medicamento é liberado pela Anvisa no Brasil
No Brasil, o uso emergencial do Evusheld foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em fevereiro de 2022, sendo o primeiro remédio emergencial de uso profilático contra a covid a ser autorizado no país.
De acordo com a AstraZeneca, o uso do medicamento poderá ser restabelecido nos EUA se a prevalência de variantes resistentes ao tratamento diminuir. Em nota, o laboratório informou que já está testando outras fórmulas a fim de atualizar o fármaco para que ele tenha potencial contra as novas variantes, mas sem abandonar seu objetivo — a prevenção.
O Olhar Digital entrou em contato com a Anvisa para questionar se o tratamento também será desautorizado no Brasil. Atualizaremos a publicação assim que tivermos mais informações.
Os anticorpos monoclonais atuam ligando-se à proteína spike na superfície do vírus SARS-CoV-2, mas com o vírus evoluindo a proteína se altera, afetando o potencial de combate dos anticorpos contra ela. Esse não é o primeiro medicamento baseado em anticorpos monoclonais que a FDA desautoriza nos EUA; em dezembro de 2022, o órgão também retirou o aval do bebtelovimabe, da Eli Lilly, indicado a pacientes com alto risco de doença grave.
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