Em uma sociedade digital, comprar um smartphone se tornou um “investimento” e tanto. Afinal, uma ferramenta de comunicação, trabalho, estudo, lazer, transações financeiras e acessos mil precisa contar com um desempenho de ponta para “fazer valer” seu preço. Só que… “Plaft”.

De repente, o aparelho sofre uma queda cinematográfica e a tela se despedaça, ou cai no vaso sanitário – quem nunca? Pior ainda: aposto que você conhece alguém que já teve o celular furtado ou roubado e, como a vida é imprevisível, essa situação também acaba batendo à sua porta.

Leia mais:

Para se ter uma ideia, em 2021, o Brasil teve 847,3 mil registros de celulares roubados ou furtados, o que representa mais de 2,3 mil telefones levados por criminosos a cada 24 horas, em todo o país, e 1,6 aparelho subtraído por minuto.

publicidade

Os dados divulgados fazem parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2022. O número é ligeiramente maior que o registrado em 2020, quando 825,9 mil smartphones foram roubados ou furtados no país, representando um aumento de 1,8% na taxa de roubos e furtos de telefones a cada 100 mil habitantes.

A maior quantidade de casos aconteceu em São Paulo, com 289.461 registros desse tipo de crime (34% do índice nacional). Segundo o relatório, o aumento tem a ver com a “digitalização das finanças, de serviços e do comércio”, que cresceu durante a pandemia do novo coronavírus. Já em relação aos danos físicos que podem ocorrer com os aparelhos, pesquisas indicam que no Brasil, por exemplo, quase metade das pessoas já tiveram a tela trincada ou estilhaçada.

Inclusive, os custos para arrumar os aparelhos não são nada agradáveis, ainda mais de modelos de ponta. Para trocar a tela de um Iphone 13, por exemplo, custa em média R$2.000. Já o ticket médio para a proteção de tela desse mesmo celular corresponde a R$ 1.235,00. Outros aparelhos como Galaxy A13 e Moto G22 a média do valor de proteção de tela é de R$ 280,30 e R$291,21, respectivamente.

Por essas e outras que o mercado hoje conta com opções de seguros de proteção de celular. Há diversos planos e coberturas que permitem ao segurado personalizar o serviço de acordo com o seu perfil e bolso, sem gastos extras. Assim como os seguros de vida ou de carro, o seguro para celular é uma apólice especializada em cobrir o custo de substituição ou reparo de um smartphone.

A dica aqui é pesquisar, comparar preços e vantagens, ler os pormenores nas apólices e, claro, apostar em uma empresa de confiança. O seguro para smartphone não deixa o proprietário lidar com o imprevisto (e prejuízo) sozinho.

Com o avanço dos aplicativos bancários e do número de dados valiosos disponíveis nos smartphones, foi-se o tempo em que a preocupação de quem tinha um celular roubado ou furtado era apenas a do prejuízo material. Por isso que, lançando mão de uma proteção que supre as suas necessidades, o bem-estar psicológico e financeiro agradecem!

* Tatiany Martins é Diretora Comercial da Pitzi

Imagem: michaelheim (Shutterstock)

Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!