Siga o Olhar Digital no Google Discover
O WhatsApp cedeu aos pedidos da União Europeia e concordou em ser mais transparente sobre as mudanças em sua política de privacidade introduzidas em 2021, informou a Comissão Europeia nesta segunda-feira (6).
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
O que aconteceu?
- O conflito com o aplicativo começou em julho de 2021, quando a Organização Europeia do Consumidor (BEUC, sigla em inglês) recebeu uma série de reclamações contrárias às novas regras, implementadas no início do mesmo ano;
- Em janeiro de 2022, o mensageiro concordou em dar explicações sobre a nova política;
- Em junho do ano passado, os reguladores da UE consideraram as mudanças confusas e sem explicações em linguagem clara, dando a Meta, dona do app, maior prazo para provar que as alterações concordavam com as leis da Europa.
Leia mais!
- Reguladora da Turquia irá multar Elon Musk por compra do Twitter; entenda
- Como bloquear e desbloquear um contato no WhatsApp
- Qual a vantagem de ter um Apple Watch?
Quando foi anunciada, a atualização motivou diversas queixas e fez com que muitos usuários migrassem para aplicativos de concorrentes, como Telegram e Signal. A nova política pedia que usuários aceitassem os novos termos do aplicativo, que incluía autorizar o compartilhamento de dados com o Facebook, para usar o mensageiro.
Segundo informou a Reuters, agora o WhatsApp irá explicar as alterações nos contratos dos usuários da UE e como elas podem afetar seus direitos. A Meta também concordou em exibir a possibilidade de os usuários aceitarem ou rejeitarem as alterações, garantindo que eles possam fechar as notificações pop-up sobre as atualizações.

“Os consumidores têm o direito de entender com o que concordam e o que essa escolha implica concretamente, para que possam decidir se desejam continuar usando a plataforma”, disse o comissário de Justiça Didier Reynders.
O aplicativo também esclareceu que os dados pessoais dos usuários não são compartilhados com terceiros ou outras empresas Meta, incluindo o Facebook, para fins publicitários.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!