Mark Zuckerberg anunciou que o serviço de verificação paga da Meta, o Meta Verified, está disponível nos EUA a partir desta sexta-feira (17). De acordo com o CEO, aqueles que assinarem o programa poderão ter o desejado selo azul na conta da web por US$ 12 por mês, ou US$ 15 para quem adquirir o serviço pelo iOS ou Android. 

  • A Meta iniciou os testes do Meta Verified em fevereiro deste ano; 
  • O serviço de assinatura foi lançado apenas na Austrália e na Nova Zelândia e está chegando gradualmente a outros países; 
  • Além da verificação paga, o serviço inclui proteção extra contra contas falsas e acesso direto ao suporte do cliente; 
  • A disponibilidade da assinatura nos EUA foi comunicada por Zuckerberg via Stories do seu Instagram. 

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Diferente do Twitter Blue, versão paga da rede de Elon Musk que garante alguns benefícios especiais, incluindo o selo de verificação, o Meta Verified é um pouco mais exigente: além do pagamento mensal da assinatura, o programa exige que os usuários do Instagram e do Facebook forneçam um documento de identidade que corresponda ao nome e a foto de sua conta. 

Haverá também outros requisitos de elegibilidade, como ser maior de 18 anos e ter a autenticação de dois fatores habilitada. 

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Após ter a conta verificada, os usuários não poderão alterar nome, foto do perfil, nome de usuário ou data de nascimento. Caso a edição ocorra, o processo de verificação terá que ser reiniciado. Para acessar a lista de espera do recurso, clique aqui.  

Twitter Elon Musk
Imagem: pnm-stock/Shutterstock

Twitter Blue 

O Twitter Blue já está disponível em mais de 20 países, incluindo o Brasil.  

  • O recurso permite acesso a funcionalidades premium da rede social, como a edição de tweets e o selo verificado azul, que concede segurança a conta; 
  • A assinatura chegou ao Brasil com custo de R$ 42 mensais; 
  • O serviço ainda oferece um plano com desconto para quem optar pelo pagamento anual. 

No entanto, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) não gostou muito da ideia de disponibilizar um sistema de proteção apenas aos usuários pagantes — o recurso da rede do passarinho só concede a verificação de dois fatores (2FA) via SMS aos assinantes. 

Na última terça-feira (14), a organização notificou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e a Secretaria de Comunicação Social (Secom) sobre o assunto e apontou que o tipo de serviço infringe os direitos dos consumidores brasileiros e padrões de segurança garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor. Entenda mais aqui

Com informações do Engadget 

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