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Versões futuras do Apple Watch podem trazer sensores na pulseira para rastrear gestos das mãos. É o que sugere um novo pedido de patente feito pela Apple, segundo o site de tecnologia CNET. Documento aguarda decisão do USPTO (sigla em inglês para “Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos”).
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Atualmente, modelos do Apple Watch monitoram atividades e biorritmos dos usuários (passos dados, movimentos durante o sono, batimentos cardíacos etc) por meio de sensores na parte inferior do smartwatch. São esses sensores que pressionam o pulso de quem usa o acessório.
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Como nova pulseira do Apple Watch funcionaria

Quando um usuário do Apple Watch fizesse um gesto com a mão, eletrodos inseridos na pulseira do relógio iriam rastrear sinais elétricos enviados pelos músculos e tendões do pulso durante o movimento, de acordo com a proposta de patente.
As figuras mostram a amplitude de movimentos rastreáveis, incluindo palma para cima e para baixo, rotação do pulso no sentido horário ou anti-horário e movimentos laterais (por exemplo, acenos).
Benefícios

Ter mais maneiras de rastrear movimentos do corpo pode levar a melhorias no monitoramento de condicionamento físico e saúde – por exemplo, usar posição do braço flexionado para medições de treino mais precisas.
Se a detecção de gestos for sensível o suficiente, isso pode levar a Apple a encontrar maneiras de seus acessórios controlarem outros dispositivos, seja para jogar ou navegar pelos menus da Apple TV, por exemplo.
Além disso, o aumento da capacidade de reconhecimento de gestos pode expandir a acessibilidade em geral. Isso porque modelos atuais do Apple Watch já possuem recursos voltado a isso, que permitem aos usuários controlar seus relógios apertando o polegar e o dedo ou fechando o punho.
E agora?

Uma pulseira carregada de sensores chegar à produção deve rolar num futuro distante. Isso se a ideia sair do papel, claro.
Por um lado, a Apple já conseguiu incluir mais sensores em seus smartwatches e aproveitar existentes para rastrear, por exemplo, nível de oxigênio no sangue e temperatura da pele.
Por outro, resta saber se a empresa pode fazer uma pulseira flexível capaz de colocar ainda mais rastreamento biológico ao arsenal de monitoramento corporal do Apple Watch.
Com informações do CNET
Imagem de destaque: Hadrian / Shutterstock
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