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Produtos de todas as empresas serão afetados pelo desenvolvimento rápido da IA (inteligência artificial) – e a sociedade precisa se preparar para impacto dessas ferramentas. É o que disse Sundar Pichai, CEO da Alphabet e do Google, numa entrevista à CBS no domingo (16).
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Pichai acrescentou que “trabalhos do conhecimento”, exercidos por humanos, também seriam afetados. Entre profissões dessas áreas, estão: escritores, arquitetos e, ironicamente, engenheiros de software.
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Por exemplo, se pensar daqui a cinco ou dez anos, você pode ser radiologista e ter um colaborador de IA com você. Você chega de manhã, com centena de coisas para resolver, e pode dizer: ‘esses são os casos mais sérios que você precisa examinar primeiro’.
Sundar Pichai, CEO da Alphabet e do Google, em entrevista à CBS
Ao alertar para as consequências da IA, Pichai disse que a escala do problema da desinformação e das notícias e imagens falsas será “muito maior”, acrescentando que “pode causar danos”.
Em março, Pichai disse aos funcionários que o sucesso de seu recém-lançado programa Bard agora depende de testes públicos. E acrescentou que as coisas dariam errado.
Chatbot IA do Google

O Google lançou seu chatbot Bard – pensado para competir com o ChatGPT, da OpenAI – ao público como produto experimental em março (inclusive, o Olhar Digital testou a ferramenta na época). Lançamento veio após a Microsoft anunciar, em janeiro, que seu mecanismo de busca Bing incluiria a tecnologia GPT da OpenAI.
No entanto, o medo das consequências do rápido progresso também atingiu o público e os críticos nas últimas semanas. Também em março, Elon Musk (apesar de tocar projeto de IA para o Twitter), Steve Wozniak (cofundador da Apple) e dezenas de acadêmicos pediram uma pausa imediata no treinamento de “experimentos” conectados a LLM (grandes modelos de linguagem) “mais poderosos que o GPT-4”. Mais de 25 mil pessoas assinaram a carta desde então.
Quando perguntado se a sociedade está preparada para a tecnologia de IA como a do Bard, Pichai respondeu: “Parece para mim que não, porque o ritmo em que podemos pensar e nos adaptar como instituições sociais, comparado ao ritmo em que a tecnologia está evoluindo, são incompatíveis”.
No entanto, ele acrescentou que está otimista porque, em comparação com outras tecnologias do passado, “o número de pessoas que começaram a se preocupar com as implicações” fez isso desde o início.
Com informações da CNBC
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