O Ministério da Educação (MEC) iniciará no dia 8 de maio uma consulta pública via WhatsApp com 100 mil alunos, professores e diretores de escolas sobre o novo ensino médio. A pesquisa faz parte de uma série de etapas da consulta aberta que se iniciou no mês passado.

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O que você precisa saber em poucas palavras:

  • MEC abre consulta pública via WhatsApp com 100 mil pessoas a partir de 8 de maio sobre o novo ensino médio.
  • Calendário será divulgado em 24 de abril.
  • QR Code será disponibilizado para acessar a pesquisa sobre reforma do ensino médio.
  • Primeiro webinário sobre o tema ocorre em 24 de abril.
  • Espaço na plataforma Participa Mais Brasil para contribuições.
  • Seminários regionais à distância e audiência presencial no DF serão realizados.
  • Resultados das pesquisas previstos para julho ou agosto, ultrapassando prazo inicial.
  • Enem 2024 não sofrerá mudanças relacionadas à reforma.

O calendário do processo será anunciado na próxima segunda-feira (24) pela secretária-executiva do MEC, Izolda Cela, durante o evento Todos pela Educação em Brasília. Um QR Code será disponibilizado para acesso à pesquisa sobre a reforma do ensino médio, após pedidos de revogação da reforma por especialistas, professores e alunos, que afirmam que as mudanças ampliam as desigualdades.

No dia 24, haverá também o primeiro webinário sobre o tema, e o MEC planeja abrir espaço na plataforma Participa Mais Brasil para receber contribuições da sociedade. Além disso, serão realizados seminários regionais à distância em parceria com a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e uma audiência presencial no Distrito Federal.

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Qual o prazo e como fica o Enem?

Os resultados das pesquisas devem ser entregues entre o final de julho e começo de agosto, ultrapassando o prazo da consulta pública previsto para a primeira semana de junho. Izolda afirma que não vê problemas em prorrogar o prazo se a discussão estiver “acontecendo”. O Enem 2024 não sofrerá mudanças devido à suspensão da implementação da reforma por 60 dias, anunciada pelo ministro da Educação, Camilo Santana.

Fonte: Uol

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