Os patinetes elétricos tomaram conta das calçadas das principais capitais do mundo. Seja pela praticidade de locomoção, ou por puro entretenimento, esse meio de compartilhamento de viagens continua sendo muito comum, mesmo deixando de ser novidade na maioria das cidades.

Embora a proposta desse meio de locomoção seja muito bem vista em muitos lugares — como as 158 cidades dos EUA que aderiram às e-scooters como sistema de compartilhamento de viagem — outras regiões aplicam medidas de extração desse transporte.

  • Ainda nos Estados Unidos, as cidades de Nova Orleans e Las Vegas aplicaram medidas rígidas contra o compartilhamento dos patinetes eletrônicos.
  • Paris também aplicou votações para proibir as e-scooters na cidade.
  • Outros lugares como São Francisco estão tornando cada vez mais difícil a atuação do serviço de compartilhamento de patinetes eletrônicos — essa medida teve como resultado o fim de uma das maiores empresas do ramo na cidade, a Bird.

O principal motivo que fez a Bird deixar a cidade foram as somatórias de mais de 12.000 citações por patinetes estacionados indevidamente em um período de 2 meses. Como consequência, a empresa teve que arcar com um valor de US$ 385 mil em multas.

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“Operamos em cerca de 400 cidades e eles tiveram a taxa de multa mais alta de qualquer cidade do mundo em que operamos. E eles estavam no top 1% das cidades para roubo de veículos”, afirmou Shane Torchiana, CEO da Bird.

Por outro lado, cidades como Washington, DC, ainda acreditam que essa opção de compartilhamento de viagem seja benéfica e necessária para o transporte local. O limite de patinetes eletrônicos no distrito foi recentemente aumentado para 20.000 unidades.

É um programa que oferece uma grande variedade e opções adicionais de mobilidade em todo o distrito […] Ele foi projetado com o compromisso de fornecer equidade, sustentabilidade e também garantir que tenhamos a segurança em mente.

Everett Lott, diretor do Departamento Distrital de Transportes de Washington. 

Com informações de CNBC.

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