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O Departamento de Transporte dos EUA apresentou proposta que obrigará todos os carros novos a ter versão “mais eficaz” da frenagem automática de emergência (AEB). Essa tecnologia funciona via câmeras e sensores que detectam os riscos de colisão.
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- Cerca de 90% dos novos veículos leves já são equipados de fábrica com a AEB;
- A proposta do Departamento é a de que as montadoras adotem versão mais robusta da tecnologia, capaz de parar os veículos em alta velocidade e detectar usuários vulneráveis da estrada, como ciclistas e pedestres – mesmo em ambientes pouco iluminados;
- Por outro lado, a National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA, ou Administração Nacional de Segurança Rodoviária) não está propondo “usar dispositivo de teste de bicicleta durante a tentativa”, levantando questões sobre o compromisso da agência em proteger os ciclistas – mas a afirma que estar realizando testes de colisão com substitutos de alvos, como motocicletas e bicicletas.
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“Os sistemas AEB são grande passo à frente para salvar vidas em nossas estradas e prevenir acidentes”, afirmou Polly Trottenberg, vice-secretária do DOT dos EUA. “Quando implantados, os sistemas AEB podem potencialmente fazer um veículo parar completamente, ou, pelo menos, desacelerá-lo para haver significativamente menos danos no impacto.”
O compromisso das fabricantes com o sistema AEB já acontece há anos e, em 2015, boa parte delas assumiu compromisso voluntário de incluir a tecnologia como padrão de todos os veículos novos. O Insurance Institute for Highway Safety aponta que o AEB ajudaria a evitar 28 mil colisões e 12 mil feridos até 2025.
Com a nova lei proposta pelo NHTSA, o AEB pode se tornar obrigatório em todos os veículos novos em até quatro anos após o início do vigor da regra. “A tecnologia agora está madura o suficiente para propormos a obrigatoriedade de sua inclusão em todos os veículos”, afirmou Ann Carlson, conselheira-chefe da NHTSA. “Mas estamos fazendo muito mais do que isso”.
Com informações de The Verge
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