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Um processo antitruste movido em 2020 pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos contra o Google ganhou um novo capítulo na última sexta-feira (4).
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O juiz responsável pela ação, Amit Mehta, optou por manter as principais alegações do governo federal, permitindo que o Departamento de Justiça apresente novos argumentos no julgamento marcado para setembro deste ano. As informações foram divulgadas pela Reuters.
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O que aconteceu:
- O Departamento de Justiça processou o Google em 2020, alegando que a empresa usou ilegalmente seu poder de mercado para prejudicar concorrentes.
- A ação de 1,6 trilhão de dólares acusa a companhia de Mountain View, Califórnia, de monopólio ilegal no mercado de buscas na internet, incluindo ainda contratos que fazem do Google o buscador padrão no Safari, o navegador da Apple, e no Mozilla Firefox.
- O Google havia solicitado um julgamento de todas as reivindicações, porém o juiz de Washington atendeu parcialmente ao pedido.
- O julgamento ocorrerá em setembro.
- A acusação é considerada por especialistas como um grande desafio ao poder e influência da gigante da tecnologia, que responde sozinha por cerca de 90% da parcela mundial em buscas na internet.
Vale destacar que o Google também enfrenta um processo movido por procuradores-gerais de 38 estados americanos pelo mesmo motivo. O procurador-geral de Connecticut, William Tong, elogiou a decisão de permitir que a ação antitruste prossiga para julgamento.
Tung também acusa o Google de “abusar de seu domínio” para beneficiar seus próprios lucros “às custas de empresas norte-americanas”, violando as leis antitruste do país.
O que diz o Google
A gigante de buscas nega qualquer irregularidade. A empresa afirma que apreciou a “avaliação cuidadosa e a decisão do tribunal de rejeitar algumas alegações” e espera provar em julgamento que a promoção e distribuição de seus serviços são legais e pró-competitivas.
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