O Brasil deve ser atingido por um ciclone extratropical a partir da próxima segunda-feira (4), como consequência da passagem de uma frente fria que começa já neste sábado (2), no sul do país.

O principal foco do fenômeno deve ser o Rio Grande do Sul, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O ciclone deve se formar no sul do estado, próximo ao Uruguai, e se mover para o oeste.

O que você precisa saber?

  • Um novo ciclone extratropical deve atingir o Brasil;
  • O Rio Grande do Sul deve ser o único estado atingido;
  • Uma frente fria em todo o sul do país também vai se formar.

O ciclone deve se deslocar rapidamente em direção ao sudeste do Rio Grande do Sul e, por volta das 9h, já estará no Oceano Atlântico, permanecendo nesta posição até as 12h. Em seguida, o fenômeno vai se deslocar para alto mar

Inmet em nota

Além do ciclone, o sul do país vai ser atingido por uma frente fria que começa a se movimentar já neste sábado. Além do RS, as temperaturas devem cair em Santa Catarina, Paraná e no sul do Mato Grosso do Sul.

Frente fria no Sul do Brasil (Imagem: Inmet)

A previsão também indica fortes rajadas de vento, podendo atingir aproximadamente 100 km/h em áreas isoladas dos três estados da Região Sul e de Mato Grosso do Sul. Os ventos também podem afetar o oeste, centro e sul de São Paulo do início e até o fim da tarde. 

publicidade

Ciclone extratropical

Segundo a MetSul, um ciclone extratropical é um fenômeno meteorológico caracterizado pela formação de tempestades e fortes rajadas de vento. São definidos como sistemas de baixa pressão atmosférica de escala sinótica que ocorrem nas regiões de latitudes médias.

Leia mais:

Esse tipo de ciclone não costuma ser formado em regiões tropicais, por isso a nomenclatura. Segundo o site, “os sistemas extratropicais são normais no litoral da Argentina e na foz do Rio de Prata, algumas vezes se originando na costa do Rio Grande do Sul. Trata-se, assim, de uma posição mais ao Norte que o habitual”.

À medida que o ciclone se intensifica, pode causar mudanças na temperatura, umidade, direção do vento e pressão atmosférica, o que pode levar a condições meteorológicas tempestuosas, como chuva, neve e ventos fortes.

Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!