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Sedna, Gonggong e Quaoar são três planetas anões já identificados pela ciência. No entanto, os cientistas contavam com pouquíssimas informações sobre eles. Mas isso muda a partir de agora em função dos novos dados trazidos à tona pelo Telescópio Espacial James Webb.
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Pesquisadores da França e dos Estados Unidos estão unindo forças para descrever os novos dados sobre os planetas anões do Cinturão de Kuiper. Essas informações dizem respeito ao tamanho e a composição dos corpos celestes, segundo a Universe Today.
Planetas anões, o que são?
- Um planeta anão, definição criada em 2006, é um tipo especial de corpo celeste que compartilha algumas características comuns com os planetas, mas que não cumpre todos os critérios necessários para ser considerado um planeta pleno.
- De acordo com a definição da União Astronômica Internacional (IAU), um planeta anão é um corpo celeste que orbita o Sol, possui massa suficiente para que sua gravidade o torne quase esférico e não “limpou” sua órbita de outros detritos espaciais, o que significa que ele compartilha sua região orbital com outros objetos.
- Essa última condição é o que mais diferencia um planeta anão de um planeta tradicional, como a Terra.
- Os planetas anões, apesar de serem redondos e possuírem algumas características planetárias, compartilham suas órbitas com outros corpos celestes, como asteroides e planetas menores.
- Essa condição os coloca em uma categoria única no Sistema Solar.

Novas revelações do James Webb
O cinturão de Kuiper é um disco formado por asteroides, cometas, planetoides e suas luas. Ele fica localizado após a órbita de Netuno e muitos os objetos encontrados nele também são conhecidos como Objetos Transnetunianos.
É nesse cinturão onde ficam a maior quantidade dos planetas anões, caso de Plutão, Éris, Haumea e Makemake, mas também de Sedna, Gonggong e Quaoar.
Sobre eles, o Telescópio Espacial James Webb revelou que o Sedna, observado pela primeira vez em 2012, apresenta uma coloração avermelhada. Isso indica a presença de elementos como etano, acetileno, etileno e traços da possível existência de CO2.
Gonggong foi descoberto em 2007 e já foi o maior objeto transnetuniano sem nome, sendo originalmente registrado como 2007 OR10. Seu espectro, também tendendo ao vermelho, aponta a presença de sinais de etano e CO2, segundo o James Webb.
Por fim, Quaoar, que foi identificado pela primeira vez em 2002, apresenta traços da presença de elementos como etano, CO2 e ácido cianídrico.