O próximo modelo de inteligência artificial (IA) do Google, chamado Gemini, deve demorar mais do que o esperado para aparecer. Segundo duas fontes ouvidas pelo site The Information, o lançamento da IA é esperado para primeiro trimestre de 2024.
Para quem tem pressa:
- O próximo modelo de inteligência artificial (IA) do Google, chamado Gemini, teria tido seu lançamento adiado para o primeiro trimestre de 2024, segundo fontes;
- Sergey Brin, co-fundador do Google, estaria intensamente envolvido no desenvolvimento da IA, dedicando “quatro a cinco dias por semana” ao projeto, de acordo com relatos das fontes;
- O atraso coloca o Google ainda mais atrás da Microsoft na corrida da IA, com a Microsoft liderando em resultados financeiros e investindo na OpenAI;
- A expectativa é que o Gemini alimente desde chatbots até recursos que resumem ou geram texto original, desafiando a dominância do ChatGPT no espaço de IA generativa.
As fontes também relataram que Sergey Brin, co-fundador do Google, tem passado de “quatro a cinco dias por semana” com os desenvolvedores da gigante de tecnologia. Até então, esperava-se que a empresa lançasse o Gemini em novembro de 2023.
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O atraso coloca a empresa controlada pela Alphabet ainda mais atrás da concorrente Microsoft, um grande investidor na OpenAI. Os resultados financeiros mais recentes da Microsoft e do Google ilustram a posição de liderança da Microsoft na corrida armamentista de IA.
Segundo o The Information, parte do sucesso da Microsoft veio da venda da tecnologia da OpenAI para seus clientes.
Nova IA do Google

A expectativa é que o Gemini seja capaz de alimentar desde chatbots até recursos que resumem texto ou geram texto original com base no que os usuários desejam ler, como rascunhos de e-mails, letras de música ou notícias.
O novo modelo de IA vem após o Google lançar o chatbot Bard e o PaLM 2 LLM (modelo de linguagem grande). Quando lançado, espera-se que o Gemini desafie a dominância do ChatGPT no espaço de IA generativa.
Em maio, Sundar Pichai, CEO do Google e da controladora Alphabet, escreveu, num post publicado no blog oficial da empresa:
O Gemini foi criado do zero para ser multimodal, altamente eficiente em integrações de ferramentas e APIs e construído para possibilitar inovações futuras, como memória e planejamento. Embora ainda esteja no início, já estamos vendo capacidades multimodais impressionantes que não eram vistas em modelos anteriores.