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A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos divulgou, nesta semana, o chamado Relatório Anual de Tendências Automotivas, um balanço sobre a frota atual do país. E os resultados ecológicos foram positivos, embora ainda distantes do ideal.
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De acordo com o texto, o nível de emissão de dióxido de carbono caiu para o menor patamar em anos. Já a economia de combustível alcançou o valor máximo histórico.
Dito assim parece muita coisa, mas não é. Em números reais, as montadoras continuam devendo no quesito ambiental.
Os números
- A frota nacional de veículos novos emitiu 10 gramas por milha a menos de CO2 do que em 2021, o que representa uma melhoria de míseros 2,2%.
- Já a economia de combustível aumentou 0,6 milhas por galão.
- A pequena vitória não chega nem na metade dos 5% prometidos anualmente pelas montadoras – isso em 2012.
Importância dos elétricos
Vendo o copo meio cheio agora, a agência americana destaca que a melhora está ligada ao lançamento de carros elétricos.
Os modelos, no entanto, ainda são a grande minoria nos pátios.
Dados da ONG Centro pela Diversidade Biológica indicam que, dos 14 fabricantes de automóveis incluídos nos dados, apenas a Tesla possui hoje mais de 10% da produção focada nos EVs.
Das 14, somente seis empresas – Tesla, Honda, Toyota, Hyundai, Ford e Subaru – cumpriram os padrões estabelecidos para 2022.
Do outro lado, os piores desempenhos foram da americana Stellantis (a antiga Fiat Chrysler), da GM e da Ford.
Governo Biden até tenta
O governo Joe Biden está trabalhando para reformar a indústria automobilística do país, numa mudança que favoreceria a produção dos veículos elétricos.
Uma nova regra proposta pela Agência de Proteção Ambiental exigiria que até dois terços dos novos carros vendidos nos EUA fossem elétricos até 2032 – no que seria a legislação mais rigorosa do mundo.
O texto, no entanto, foi bloqueado na Câmara pela maioria republicana.
As informações são do site ElecTrek.