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Autoridades japonesas atualizaram o número de mortes dos terremotos no Japão para 73. O abalo sísmico aconteceu na segunda-feira (1) na região de Ishikawa e causou tremores secundários, destruindo casas e estradas, e provocando um alerta de tsunami devido às altas ondas. O governo confirma que as operações de buscas e resgate continuam, mas são dificultadas pelas fortes chuvas no local.
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Operações de resgate
Fumio Kishida, primeiro-ministro do Japão, afirmou nesta quarta-feira (3) que os socorristas “correm contra o tempo” no resgate. Várias vítimas ainda estão sob os escombros, mas as operações são dificultadas por fortes chuvas e possíveis deslizamentos de terra. O número de mortos deve aumentar nos próximos dias.
Outro fator que dificulta o resgate é a infraestrutura local: de acordo com Masuhiro Izumiya, prefeito de Suzu, cidade costeira na região, 90% das casas foram abaladas ou totalmente destruídas. A localização remota, em áreas rurais e de difícil acesso, também é um desafio para as buscas.
As Forças de Autodefesa do Japão (FDS) enviaram helicópteros para levar suprimentos aos locais mais atingidos. Kishida também declarou que aumentou o número de membros da FSD que trabalham na região para dois mil agentes.

Terremotos no Japão
- Um terremoto de magnitude 7.6 na escala Richter foi registrado às 4h10 do dia 1º na região de Noto, província de Ishikawa.
- Ele foi seguido por tremores secundários.
- Ishikawa foi o local mais impactado, com 170 tremores nas 24 horas após o abalo inicial.
- Um alerta de tsunami também foi disparado na segunda-feira, mas foi retirado no dia seguinte. Ainda assim, ondas de mais de um metro atingem a região.