O maior navio de cruzeiro já construído está em Miami, nos Estados Unidos, de onde vai partir em sua viagem inaugural. O Icon of the Seas é cinco vezes maior que o famoso Titanic e apresenta diversas atrações e atividades de lazer.

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A viagem inaugural do navio da empresa Royal Caribbean International está marcada para 27 de janeiro. Todas as passagens, que custaram entre R$ 10 mil e R$ 360 mil (dependendo do nível da cabine e a posição dela na embarcação), já foram vendidas. 

O Icon of the Seas foi construído no estaleiro Meyer Turku, na Finlândia, um dos principais da Europa. Em dezembro, ele passou pelos últimos testes em Porto Rico.

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Agora, a embarcação vai aguardar em território americano para iniciar a viagem. O roteiro prevê a saída de Miami em direção ao Caribe em um cruzeiro de 7 dias. As informações são do G1.

A embarcação possui parques aquáticos coloridos e pode transportar quase 10 mil pessoas (Imagem: divulgação/Royal Caribbean International)

Atrações do Icon of the Seas

  • O luxuoso navio possui parques aquáticos coloridos, mais de 20 decks e pode transportar quase 10 mil pessoas.
  • São sete piscinas com diferentes formatos, toboáguas e até pista de patinação no gelo.
  • Há opções com hidromassagem exclusivas para adultos, além de um bar aquático e uma piscina que fica na borda da embarcação, oferecendo visão privilegiada para o mar.
  • O cruzeiro ainda oferece 40 opções entre bares e restaurantes temáticos.
  • Já o cardápio inclui comida mediterrânea, pratos mexicanos, entre outros.
  • Para relaxar, os passageiros poderão escolher entre 28 tipos de cabines que podem receber casais, grupos de viajantes e aventureiros solos.
  • Uma das características marcantes da embarcação, que começou a ser construída em 2021, é uma gigantesca cúpula de vidro que cobre parte de sua seção frontal.
Icon of the Seas conta com sete piscinas, toboáguas e até pista de patinação no gelo (Imagem: divulgação/Royal Caribbean International)

Impactos ambientais do navio

O maior navio de cruzeiro do mundo também gera discussões do ponto de vista ambiental. Ele é considerado mais eficiente em termos energéticos, mas funcionará com gás natural liquefeito (GNL).

A opção é mais neutra para o clima, já que tem emissões mais baixas do que os combustíveis navais tradicionais, mas existe uma preocupação com possíveis vazamentos de metano. Um componente típico do GNL, o metano é um poderoso gás de efeito estufa que pode ter um impacto muito pior no clima do que o dióxido de carbono.