Os rótulos de medicamentos serão obrigados a indicar a presença de substâncias que são consideradas doping. A medida entra em vigor daqui a 180 dias e foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira (12).

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Por que algumas substâncias são proibidas?

  • O Comitê Olímpico do Brasil define a prática de doping como o uso ilícito de substâncias para aumentar a performance do corpo em competições esportivas.
  • A regra foi estabelecida por lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Lula.
  • Anabolizantes, estimulantes, hormônios e diuréticos estão entre as substâncias proibidas pelo Código Mundial Antidopagem.
  • As informações são do G1.

Mudança quer evitar o doping acidental por parte de atletas

Alguns itens proibidos na prática esportiva profissional, no entanto, fazem parte de medicamentos usados no dia a dia. É o caso do isometepteno, presente em alguns tipos de remédios com efeito analgésico, usados para diminuir a dor.

Dessa forma, é possível que atletas façam o uso de substâncias consideradas doping sem saber ou sem ter a intenção de melhorar a performance esportiva.

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E é exatamente por esse motivo que a nova regra para os rótulos de medicamentos foi criada. Segundo o próprio texto, um dos objetivos da proposta é evitar o doping acidental por parte de atletas.

Ainda de acordo com a determinação, medicamentos que contenham substâncias proibidas pelo Código Mundial Antidopagem precisarão trazer um alerta com essa informação nos rótulos, bulas e materiais publicitários.

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Quando a lei com a nova regra foi aprovada no Senado, a relatora do texto, Leila Barros (PDT-DF), afirmou que a falta de informações sobre essas substâncias estava entre as maiores causas de consumo acidental de medicamentos proibidos em competições, gerando punições injustas para atletas.