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A substituição de parte da força de trabalho humana pela inteligência artificial parece estar se tornando cada vez mais real. Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, foi apresentado um estudo realizado com CEOs de diversas empresas e setores que mostra que 25% deles planejam reduzir o quadro de funcionários devido à IA.
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Detalhes da 27ª Pesquisa Anual Global com CEOs podem ser acessados no site oficial da PwC.
Para quem tem pressa:
- Autoridades globais e o principal órgão financeiro mundial acreditam que a inteligência artificial deve causar desemprego em 2024.
- Em consonância com essa visão, a 27ª Pesquisa Anual Global com CEOs da PwC revela as intenções das empresas.
- Um quarto dos CEOs (25%) pretende cortar pelo menos 5% dos funcionários “devido à IA generativa”.
- Cerca de 40% dos empregos globais correm risco devido à IA, alertou Kristalina Georgieva, chefe do Fundo Monetário Internacional, em uma publicação baseada na pesquisa.
- Ela também escreveu: “Na maioria dos cenários, a IA provavelmente agravará a desigualdade geral”.
Leia mais:
- Evolução da IA depende de avanços energéticos, diz CEO da OpenAI em Davos
- Seu Direito Digital: IA no Fórum Econômico Mundial
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Tudo pela inovação
Segundo a pesquisa da PwC, mais de 30% dos CEOs de mídia e entretenimento planejam demissões em resposta aos avanços da IA, antecipando-se a possíveis mudanças no mercado. O setor lidera as intenções de demissão, superando áreas como seguros, bancos e telecomunicações.
Apesar dos alertas sobre os perigos da IA atualmente, que envolvem trabalhos incoerentes, plagiados e de qualidade duvidosa, os CEOs ainda enxergam vantagens disruptivas no modelo de linguagem, conforme relataram na pesquisa.
Bob Moritz, presidente global da PwC, explicou ao Financial Times que, à medida que os líderes empresariais ficam menos preocupados com questões macroeconômicas, concentram-se mais nas inovações que podem impulsionar seus negócios.
Seja acelerando a implementação da IA generativa ou construindo seus negócios para enfrentar os desafios e oportunidades da transição climática, este é um ano de transformação.
Bob Moritz ao Financial Times