O Bard, chatbot do Google, ficou mais parecido ao ChatGPT, como adiantado pelo Olhar Digital no final de janeiro. Isso porque a empresa entrou na tendência mais recente da indústria de tecnologia: cobrar assinatura pelo acesso a chatbot “mais inteligente“. E anunciou outras novidades.

Para quem tem pressa:

  • A inteligência artificial (IA) do Google está de cara e nome novo. Bard passa a se chamar Gemini, que vai ter aplicativo dedicado a ele em dispositivos Android (no caso de iPhones, vai dar para acessá-lo no app do Google);
  • Outra novidade anunciada pelo Google: o serviço Google One estreia plano com IA generativa avançada, o Google One AI Premium, por R$ 99,99 mensais no Brasil;
  • O Gemini é um modelo de linguagem multimodal (processa texto, áudio e imagem), lançado em dezembro de 2023, com três “tamanhos”: Nano, Pro e Advanced. Segundo o CEO do Google, Sundar Pichai, a versão premium dá conta de tarefas que exijam raciocínio e “colaboração criativa”, por exemplo;
  • A integração do Gemini em serviços como e-mail, chatbot e assistente digital é uma das transições mais importantes da história do Google, segundo a vice-presidente da empresa, Sissie Hsiao;
  • Com a mudança de Bard para Gemini, o endereço de acesso ao chatbot também foi atualizado para “gemini.google.com”. Para usuários Android, são necessários pelo menos 4 GB de memória RAM e Android 12 para rodar o app, que processa dados na nuvem do Google.

Primeiro: o Bard passa a se chamar Gemini, com aplicativo dedicado a ele em dispositivos Android (no iPhone, dá para acessá-lo por meio do app do Google). Segundo: o serviço Google One estreia plano com IA generativa avançada, o Google One AI Premium, por R$ 99,99 mensais. Terceiro: o Gemini vira “motor” (ou “cérebro”, se preferir) do Google Assistente.

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De Bard a Gemini

O Google lançou o Gemini – um modelo de linguagem multimodal (processa texto, áudio e imagem) – em dezembro de 2023. Ele tem três “tamanhos”: Nano, Pro e Advanced (antigo Ultra). O CEO do Google, Sundar Pichai, recomenda o uso da versão premium da IA para tarefas que envolvam “raciocinar, seguir instruções, codificação e colaboração criativa”.

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Agora, a empresa incorpora o modelo Gemini às plataformas já disponíveis – e-mail, chatbot, assistente. Para a vice-presidente do Google, Sissie Hsiao, essa é uma das transições mais importantes da história do gigante da tecnologia.

Captura de tela do Gemini
(Imagem: Reprodução)

Por conta da mudança de nome, o link para acessar o chatbot do Google no navegador, seja no computador ou no celular, também mudou. Antes, você precisava digitar “bard.google.com” para usar a plataforma. Agora, o link é: “gemini.google.com“. Segundo a página, seres humanos processam as conversas para aprimorar a tecnologia – por isso, a empresa não recomenda a inserção de dados confidenciais nas “conversas”.

Em relação ao aplicativo do Gemini para Android, os requisitos mínimos para rodá-lo são: Android 12 e 4 GB de memória RAM. Vai dar para interagir com o chatbot por meio de texto, voz ou imagem (afinal, trata-se de um modelo multimodal). E o processamento ocorrerá na nuvem do Google – a não ser que o aparelho seja um Pixel 8 Pro, o único até o momento capaz de rodar a IA direto nele.