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Até agora, 2024 tem sido um ano em que observamos uma antecipação dos casos de dengue, que costumam ter pico em março/abril, depois da temporada de férias e o de carnaval. Junto a isso, houve também um aumento de casos de Covid-19. Pelos sintomas serem parecidos, sem um teste, pode ser complicado distinguir uma doença da outra.
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Conforme os mais recentes indicativos, foram mais de 650 mil novos casos de dengue no País, isso é 4 vezes mais do que o número de casos de 2023 no mesmo período, e 195 mil novos diagnósticos do coronavírus.
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No que as doenças se diferenciam nos sintomas
- As duas doenças se equivalem na sintomatologia, já que ambas dão febre e dores no corpo. A dengue, porém, costuma ter febre mais alta, que pode chegar a 40 °C.
- Além da febre, a dengue apresenta as dores musculares, nas articulações, de vômitos, dores atrás dos olhos e surgimento de manchas vermelhas.
- Já a Covid demonstra perda de olfato e paladar, diarreia, tosse, dor de garganta, coriza, pneumonia, entre outros sintomas.
- O Ministério da Saúde já emitiu uma nota anteriormente para reforçar a diferença entre os sintomas.
Como a febre e as dores pelo corpo existem nas duas doenças, as dúvidas acabam surgindo nos pacientes. De acordo com a farmacêutica e diretora técnica da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), Josely Chiarella, “em muitos casos se faz necessária a testagem para auxiliar a avaliação clínica e fazer diagnóstico diferencial”.
Na avaliação de Josely, os testes rápidos são indicados para detectar as duas enfermidades, podem ser realizadas em farmácias e serem confirmadas nos laboratórios. “O importante é se prevenir, identificar o agente causador e no caso de agravamento dos sintomas procurar atendimento médico imediato”, conclui a farmacêutica.