Estes são alguns destaques da edição desta quarta-feira (21):

A menor estrela de todas acaba de ser descoberta!

Pesquisadores da Universidade Tsinghua (China) encontraram a menor estrela do espaço. O astro recém-descoberto fica a 2.760 anos-luz da Terra e é sete vezes maior do que nosso planeta – e, ainda assim, é pequena. 

DrugAI: conheça a IA que pode criar medicamentos

A inteligência artificial está assumindo novas funções todos os dias. Um novo modelo de linguagem inspirado no ChatGPT agora pode criar fórmulas químicas para medicamentos. A DrugAI faz o que é chamado de “Design de Medicamentos” e foi desenvolvida por cientistas da College of Science and Technology na Chapman University em Orange.

Olhar do Amanhã: IA atinge novo patamar para criar vídeos do zero

O novo sistema de inteligência artificial (IA) da OpenAI, o Sora, está causando preocupações sobre a disseminação de deepfakes e levantando questões sobre direitos autorais para conteúdos gerados por IA. Especialistas avaliam até onde o sistema pode criar vídeos que simulam com qualidade a realidade. Esse é o assunto de hoje da coluna Olhar do Amanhã.

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Veja mudanças notáveis que ocorreram no Sol em apenas 2 anos

Há anos e anos, a curiosidade humana tem sido despertada pelo ciclo de atividade do nosso Sol. Esse fenômeno, estudado pela primeira vez por Samuel Schwabe em 1843, revelou-se uma dança cósmica de 11 anos, marcada pela aparição e desaparecimento das manchas solares.

Satélite europeu histórico caiu na Terra

Conforme noticiado pelo Olhar Digital, um satélite da Agência Espacial Europeia (ESA), que ficou 16 anos em operação na órbita baixa da Terra, vai “cair” no planeta. Embora as estimativas iniciais apontassem que isso aconteceria na quinta-feira (22), de acordo com a mais recente atualização (que deve ser a última antes do evento), a reentrada do equipamento na atmosfera será bem antes do previsto.

NASA explica como alertaria sobre asteroide apocalíptico

Um asteroide com potencial destrutivo semelhante ao que extinguiu os dinossauros poderia ser detectado e até evitado hoje. Pelo menos, é o que afirmam cientistas da NASA, que atuam em uma estratégia de vigilância espacial. Esses trabalhos incluem rastreamento e avaliação de objetos próximos, com direito a cálculos avançados de risco e coordenação de alertas à humanidade.

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