É público e notório que os Estados Unidos possuem a maior força militar de todo o mundo. O país conta com mais de mil caças de tecnologia avançada, um total de 13 mil aeronaves, além de uma Marinha de respeito.

Parte desse poderio pôde ser visto recentemente, quando o Laboratório de Pesquisa da Força Aérea divulgou vídeos de uma bomba que pode afundar um navio em segundos.

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Batizada de QUICKSINK, por motivos óbvios, a arma partiu um navio ao meio durante os testes. Em Inglês, quick significa rápido e sink significa afundar.

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Os primeiros testes foram realizados em 28 de abril de 2022; as imagens, no entanto, foram divulgadas depois. Para o experimento, os americanos utilizaram um caça a jato F-15E Strike Eagle, que carregava uma única QUICKSINK. Ele sobrevoou uma área com um navio de grande porte vazio. Após o impacto, a estrutura partiu ao meio e afundou em apenas 30 segundos:

Em outro vídeo, é possível ver a ação de dentro da embarcação atingida. O navio fica realmente dividido ao meio no fundo do mar:

O que sabemos sobre essa bomba

  • A Força Aérea dos EUA, por motivos de segurança, não deu muitos detalhes sobre essa tecnologia.
  • O que eles divulgaram é que o QUICKSINK foi feito a partir da junção de uma bomba comum com a chamada Munição Conjunta de Ataque Direto (JDAM).
  • Pegaram um dispositivo ordinário de 907 quilos e o modificaram, passando de uma bomba não guiada, ou “bomba muda” como é chamada no meio, para uma munição “inteligente”, capaz de acertar alvos com precisão.
  • Os sistemas JDAM podem permitir que bombas em queda livre atinjam um alvo com uma precisão que varia entre 5 e 30 metros, dependendo da disponibilidade dos dados de GPS.
  • Vale destacar que os torpedos são os meios mais comuns de afundar embarcações inimigas.
  • Esses mísseis submarinos, no entanto, são muito mais caros que o QUICKSINK.
  • Além disso, por serem lançados de navios ou submarinos, cobrem uma área muito menor em relação à nova tecnologia, que é disparada do ar.

As Forças Armadas mais poderosas do mundo

Existe um ranking chamado Global Firepower que classifica o poder militar de 145 países. A lista começou em 2006 e leva em conta todo o poderio aéreo, marítimo e no solo das nações. Os EUA lideram em quase todos os recortes, perdendo apenas para a Rússia, a China e a Coreia do Norte na água.

Mas, como estamos falando de uma bomba aérea neste texto, o assunto será Aeronáutica. O ranking analisou fatores como quantidade de helicópteros, caças, interceptadores, jatos de transporte, entre outros.

E, com 13,3 mil aeronaves, os Estados Unidos conquistaram o primeiro lugar da lista. Rússia, China, Índia e Coreia do Sul foram as nações seguintes, respectivamente, entre as cinco primeiras colocadas.

O Brasil aparece em 15º lugar, com uma frota de 665 aeronaves, sendo a maior força aérea da América Latina, segundo a classificação do Global Firepower referente a 2023.

Já no ranking geral, que considera a força militar do país como um todo, o Brasil ficou em 12º lugar.

As informações são do IFL Science.