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O aumento recorde nas temperaturas dos oceanos deixou especialistas em alerta máximo. Agora, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) emitiu um alerta preocupante. Estamos prestes a presenciar o quarto evento de branqueamento em massa dos recifes de coral.
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Branqueamento de corais: impacto para todo o ecossistema oceânico
De acordo com os cientistas, o fenômeno é causado pelo aquecimento excessivo do mar e pode resultar na morte de organismos espalhados por extensas áreas de recifes tropicais, incluindo partes da Grande Barreira de Corais da Austrália.
“Estamos literalmente à beira do pior evento de branqueamento da história do planeta”, alertou o NOAA. O órgão acrescentou que todo o Hemisfério Sul deve sofrer com o fenômeno ainda este ano.
Desencadeado pelo estresse térmico, o branqueamento ocorre quando os corais expulsam as algas coloridas que vivem em seus tecidos. Sem elas, os organismos ficam pálidos (sem as vislumbrantes cores) e vulneráveis a doenças e à fome, já que boa parte da sua energia vem da fotossíntese feita por essas algas.
Como corais são enormes refúgios de peixes e outras espécies, o fenômeno pode ser catastrófico para todo o ecossistema oceânico. Além disso, deve impactar a pesca e turismo, que dependem de recifes saudáveis e coloridos para atrair mergulhadores. As informações são da Folha de São Paulo.

El Niño potencializou o fenômeno
- O último evento global de branqueamento em massa ocorreu de 2014 a 2017, quando a Grande Barreira de Corais perdeu quase um terço de seus corais.
- Resultados preliminares sugerem que cerca de 15% dos recifes do mundo tiveram taxas altas de mortalidade durante o período.
- Neste ano, o cenário pode ser ainda pior.
- Após o verão do Hemisfério Norte no ano passado, o Caribe teve seu pior branqueamento de corais já registrado.
- Agora, a situação está se repetindo e escalando na outra metade do planeta.
- Segundo os pesquisadores, o El Niño potencializou o problema.
- Para que um evento seja considerado global, é necessário que ocorra branqueamento generalizado em três bacias oceânicas: Atlântico, Pacífico e Índico.
- Os cientistas avaliam dados de temperatura da superfície do mar e imagens de satélite para determinar se os pixels dos recifes estão ultrapassando os limiares-chave do fenômeno.