Celular Seguro recebe atualização para tornar programa mais efetivo

Segundo o Ministério da Justiça, as mudanças foram implementadas a partir de demandas de usuários e parceiros do programa Celular Seguro
Celular Seguro
Imagem: Divulgação

O governo federal anunciou uma atualização no programa Celular Seguro. A partir de agora o sistema está mais simples e os alertas mais efetivos. Com o objetivo de inibir furtos e roubos de smartphones, o serviço está disponível há três meses para a população brasileira.

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Programa também pode ser acessado pelo computador (Imagem: Rodrigo Mozelli/Olhar Digital)

Mais simples e eficaz

Segundo o Ministério da Justiça, as mudanças foram implementadas a partir de demandas de usuários e parceiros do programa. Para facilitar o cadastro, agora é preciso informar apenas dados básicos, como número de telefone, nome da operadora e marca do aparelho. Dessa forma, não será mais necessário incluir o modelo do aparelho e o IMEI do dispositivo, por exemplo.

Além disso, o usuário terá até quinze dias para notificar perda ou roubo pelo aplicativo. E, ainda, vai poder escolher quais dados vão ser bloqueados no telefone. Outra novidade é o recebimento de uma notificação de confirmação de envio do alerta antes da emissão, evitando acionamentos acidentais.

Quem utiliza o programa programa Celular Seguro por meio de aplicativos para Android e iPhone (IOS) precisará fazer a atualização para ter acesso à nova versão. Também é possível acessar a ferramenta pelos navegadores de internet a partir do endereço https://celularseguro.mj.gov.br/. As informações são do G1.

Montagem de celular com aplicativo Celular Seguro aberto
Programa visa inibir furtos e roubos de smartphones (Imagem: Divulgação)

Celular Seguro

  • O programa funciona como um botão de emergência que aciona a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as operadoras de telefonia e os bancos, de forma rápida, para impedir que os bandidos tenham acesso aos dados do aparelho.
  • Quem se cadastra pode indicar pessoas da sua confiança, que estarão autorizadas a efetuar os bloqueios, caso o titular tenha o celular roubado, furtado ou extraviado. 
  • É possível cadastrar quantos números quiser no app, mas eles precisam estar vinculados ao CPF do titular da linha para que o bloqueio seja efetivado. 
  • Após o registro da ocorrência relacionada ao aparelho, bancos e instituições financeiras que aderiram ao projeto bloquearão suas contas.  
  • Mas atenção: não é possível desbloquear o aparelho por meio da ferramenta.  
  • Assim, caso você emita um alerta de perda, furto ou roubo, mas recupere o telefone em seguida, terá que solicitar os acessos entrando em contato com a operadora e os bancos, entre outros. 
Alessandro Di Lorenzo
Alessandro Di Lorenzo

Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Lucas Soares
Lucas Soares

Lucas Soares é editor de Ciência e Espaço no Olhar Digital e formado em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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