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A Marvel demitiu, na segunda-feira (15), 15 funcionários das empresas Marvel Entertainment, em Nova York, e Marvel Studios de Burbank, na Califórnia, conforme relatou o Deadline. Segundo o portal gringo, os cortes chegam após a empresa iniciar uma onda de reestruturação, que deve integrar diversos departamentos da Disney — e resultar em mais desligamentos.
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O que você precisa saber:
- Os cortes se devem a uma reestruturação e redução de sua lista de lançamentos;
- Vale lembrar que, ao que tudo indica, a Marvel tem apenas duas estreias em 2024: Deadpool & Wolverine e Venom 3;
- Além do cenário econômico, a Marvel enfrentou diversos atrasos em suas produções em 2023 devido à greve dos atores e roteiristas, uma das maiores dos últimos tempos;
- As demissões foram anunciadas em teleconferência de resultados do primeiro trimestre de 2024 pelo CEO da Disney, Bob Iger.
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O primeiro passo que tomamos foi reduzir o volume. Reduzimos a produção, especialmente na Marvel. Quando você resolve ou aborda esses problemas em filmes, você faz três coisas: fica agressivo para garantir que os filmes que está fazendo possam ser ainda melhores; cancela projetos nos quais não acredita e; é claro, coloca coisas novas no pipeline nas quais acredita muito mais, nas quais tem muito mais confiança, e estamos fazendo tudo isso.
Bob Iger, CEO da Disney.
A reestruturação segue um corte significativo feito pela Disney em 2023: 7 mil funcionários dispensados em três rodadas. Na época, Iger explicou que os desligamentos visavam o corte de custos — o CEO calculou uma economia de até US$ 5,5 bilhões.
Nas demissões mais recentes, o estúdio focou a redução de pessoal na Pixar. Ao menos 300 funcionários foram afetados, à medida que a subsidiária também decidiu reduzir o ritmo de produção no braço de animações. O Disney+, streaming da empresa, também sofreu ajustes.
Cabe lembrar que, em conferência aos investidores realizada no início deste ano, Iger pontou que o foco da Disney seria “transformar o streaming em um negócio lucrativo de crescimento”, sendo essa uma das principais metas citadas pelo CEO para 2024 — sugerindo pausa nas grandes produções para o cinema.