As placas deixaram de exibir informações de cidade e estado desde o início da adoção da placa Mercosul, que começou oficialmente em 2018. A mudança veio com a justificativa de unificar as placas dos países da América do Sul, facilitando a locomoção em território estrangeiro.

No entanto, a mudança não melhorou a fiscalização dos carros que rodam entre diferentes países continente, já que os bancos de dados entre as nações ainda não foi unificado até aqui.

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Emplacamentos seguem o padrão Mercosul, instituído pelo Contran a partir de 2020. Imagem: Rafael Berlandi/Shutterstock

Pensando nisso, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou nesta terça-feira (16) o Projeto de Lei 3.214/2023. Confira os principais detalhes abaixo:

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Placa Mercosul atualizada

  • A principal novidade é a volta dos dados de cidade e estado de registro nas placas dos veículos, informação que só aparece agora após consulta via aplicativo.
  • Motivação do projeto é facilitar o trabalho de fiscalização por parte das autoridades.
  • Caso seja aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, a nova placa entra em vigor após um ano.
  • O projeto não indica como ou onde os dados serão adicionados na placa.

A proposta é do Senador Esperidião Amin e segue para análise no plenário, antes de passar pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). “Quando vejo um carro com placa do Mercosul, não sei de onde ele é”, comentou.

Preciso trocar a placa?

A boa notícia é que a mudança não vale para todos. Se for aprovada, apenas quem fará novos emplacamentos de carro e motos será obrigado a adotar o novo padrão. Quem já possui o emplacamento atual não precisa trocar.