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Duas gigantes do setor de telecomunicações via satélite anunciaram que irão unir forças para vencer a Starlink. A SES, com sede em Luxemburgo, comprará a Intelsat por US$ 3,1 bilhões (mais de R$ 15 bilhões). Com o acordo, o número combinado de satélites em órbita geoestacionária chegará a 100.
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Fundada em 1985, a SES opera atualmente 43 satélites geoestacionários, além de 26 espaçonaves de banda larga em órbita média da Terra (MEO) a alguns milhares de quilômetros acima da Terra. Estes satélites MEO operam numa espécie de meio-termo entre os satélites LEO e GEO, oferecendo menor latência do que as redes geoestacionárias enquanto ainda voam alto o suficiente para não necessitar de centenas ou milhares de naves espaciais para cobrir o globo.
Já Intelsat tem 57 satélites geoestacionários, principalmente para serviços de televisão e retransmissão de vídeo. A fusão das empresas significa que a cobertura via satélite mundial chegará a mais de 99% e fornecerá serviços por meio de uma variedade de bandas de comunicação.
O objetivo do acordo é competir com a rede Starlink da SpaceX. O serviço de Elon Musk conta hoje com mais de 5.800 satélites ativos em sua frota de órbita baixa da Terra. A empresa possui mais de 2,6 milhões de assinantes.

Negociações começaram no ano passado
- A SES e a Intelsat esperam que a aquisição seja concluída no segundo semestre de 2025.
- Para isso, ainda são necessárias aprovações regulatórias.
- Os conselhos de ambas as empresas já aprovaram a transação por unanimidade.
- As negociações para a fusão começaram no ano passado.
- As informações são do Ars Technica.