Siga o Olhar Digital no Google Discover
Cientistas de Xangai (China) conseguiram curar, pela primeira vez na história, um paciente com diabetes tipo 2. O tratamento utilizado é experimental e envolve transplante de células do pâncreas.
Ofertas
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Os investigadores, que publicaram sua descoberta na Cell Discovery, não revelaram a identidade do paciente, porém, sabe-se que ele tem 59 anos e viveu com a diabetes tipo 2 por 25 anos, mas estava ao menos há três anos sem precisar injetar insulina. O procedimento foi realizado no Hospital Shanghai Changzheng.
Leia mais:
- Rio Grande do Sul: como ativar o roaming gratuito no estado
- Assistência técnica: qual a diferença entre autorizada e especializada?
- Como a diabetes afeta o cérebro? Avanço tecnológico permitiu nova descoberta
Como funciona a cura do diabetes tipo 2
- O tratamento iniciou-se em 2021;
- Os médicos pegaram células mononucleares do sangue do paciente e a reprogramaram em células-tronco;
- Depois, o tecido de pequenos grupos de células especiais no pâncreas (as ilhotas pancreáticas, que produzem insulina) foram reconstruídas em ambiente artificial;
- As ilhotas pancreáticas do paciente perderam sua função desde que ele fez transplante de rim, precisando tomar insulina diariamente;
- Na sequência, ele foi desmamado dos medicamentos e da insulina;
- O método conseguiu auxiliar na recuperação total da função das ilhotas pancreáticas;
- Os médicos esperam, agora, que o tratamento possa evitar, ainda, a progressão das complicações diabéticas.
As próximas etapas envolvem aumentar a quantidade de amostras estudadas para poderem ter conclusões em definitivo acerca do papel das ilhotas pancreáticas e o alcance das metas glicêmicas.
“Estudos futuros são necessários para estender a aplicação do transplante de ilhotas derivadas de células-tronco a outros subtipos de diabetes e para gerar produtos prontos para uso para curar o diabetes sem a necessidade de imunossupressão”, disseram os autores do estudo.
Dexcom recebe aprovação da FDA para novo monitor de glicose
A Dexcom, empresa de dispositivos médicos, obteve autorização da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, da sigla em inglês) para o seu novo monitor de glicose contínuo sem prescrição chamado Stelo.
Leia a matéria completa aqui