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Seria possível um oceano escondido no nosso Sistema Solar? De acordo com recentes observações obtidas por meio do James Webb é possível, sim.
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Segundo imagens capturadas pelo telescópio, uma das cinco luas de Urano, Ariel, teria sido identificada como abrigo para um inusitado oceano escondido sob a superfície de um dos hemisférios do satélite natural.
Enquanto a Terra possui características que possibilitam a existência da vida humana, há outras inúmeras “joias” identificadas no meio desse conjunto de corpos celestes do Sistema Solar.
Marte, por exemplo, é conhecido por suas superfícies avermelhadas compostas por ferrugem. Já Vênus é conhecido por suas altas temperaturas que deixam o planeta completamente inabitável.
Agora, a lua Ariel surge como um abrigo para um oceano escondido em sua superfície.

O oceano de Ariel: uma das joias escondidas no Sistema Solar
Por conta da sua superfície gélida e processos de criovulcanismo, o satélite natural de Urano é conhecido por ser o mais brilhante e é justamente ele quem teria apresentado também uma quantidade significativa de gelo de dióxido de carbono.
O que chamou atenção de pesquisadores, de acordo com um recente artigo publicado no Astrophysical Journal Letters, foi o fato de que, por conta das temperaturas médias do satélite natural, o monóxido de carbono não deveria estar presente na superfície – esse é um dos motivos para a suspeita de haver um oceano no local.
Simplesmente não deveria estar lá. É preciso baixar [a temperatura] para 30 Kelvins [ou cerca de 207°C] antes que o monóxido de carbono se estabilize
A explicação é de Richard Cartwright, pesquisador líder da equipe de especialistas do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins (APL) em Laurel, Maryland (Estados Unidos), responsável pela descoberta.
Para que seja possível a existência do monóxido de carbono, continua Cartwright, é preciso que esse composto seja ativamente reabastecido.
Outro sinal que aponta para a possível existência do oceano é a descoberta de sinais de minerais carbonáticos, compostos estes que só podem existir se houver uma interação entre rocha e água.
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A confirmação da descoberta, no entanto, ainda é preliminar e somente poderá ser comprovada por meio de uma missão espacial a Urano.
Até o momento, as únicas imagens disponíveis da superfície de Ariel foram feitas pelo Voyager 2, sonda espacial da NASA que, aliás, conseguiu capturar apenas 35% da superfície da lua – ou seja, ainda há muito a ser explorado.