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Na semana passada, noticiamos por aqui a campanha de phishing feita contra o ex-presidente Donald Trump e a atual vice-presidente, Kamala Harris, do qual o FBI alegava ser de autoria de hackers do Irã. Agora, oficiais de inteligência dos EUA confirmaram que, de fato, o Irã foi o responsável pelos ataques.
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Conforme informado pela CNN, o FBI e outras agências federais afirmaram que o Irã está tentando interferir nas eleições dos EUA para “criar discórdia e minar a confiança nas instituições democráticas”.
Funcionários da inteligência dos EUA disseram que o Irã tentou acessar indivíduos envolvidos nas campanhas presidenciais de ambos os partidos, utilizando engenharia social e outros métodos para influenciar o processo eleitoral. Essas táticas incluem roubos e vazamentos de informações.
A campanha de Trump recebeu um e-mail de spear-phishing, projetado para parecer confiável e induzir o clique em um link malicioso. A campanha de Harris também relatou um ataque semelhante, mas sem sucesso.
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Táticas de hackers já ocorreram em eleições passadas
- As agências que divulgaram a declaração, incluindo o FBI e a Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura, observaram que essas táticas não são novas e já foram usadas por Rússia e Irã em eleições anteriores.
- Ainda não está claro quais informações foram roubadas no ataque. Trump afirmou que apenas informações publicamente disponíveis foram obtidas.
- Alguns meios de comunicação, como o New York Times e o Politico, relataram vazamentos de informações confidenciais da campanha de Trump, incluindo detalhes sobre o companheiro de chapa JD Vance.
As autoridades dos EUA acreditam que o Irã está tentando influenciar o resultado das eleições, considerando-as importantes para seus interesses de segurança nacional.
As agências de inteligência notaram uma atividade iraniana mais agressiva neste ciclo eleitoral, aumentando as preocupações sobre hackers iranianos.
