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Alguns cientistas ainda acreditam que a Lua possui muitos recursos que podem ser explorados. Eles também acreditam que, por esse mesmo motivo, tais recursos precisam ser regulamentados.
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Afinal, diferentemente dos territórios que dividem o mundo em continentes, países e nações, o comando da Lua não é algo exatamente definido.
Regulamentação da Lua: o que está em jogo?
Qual o real objetivo de regulamentar a Lua e os recursos disponíveis no local? O principal interesse é para trazer uma economia autossustentável espacial.
Nesse sentido, uma das principais ideias discutidas atualmente é com relação à água congelada encontrada na superfície do satélite natural da Terra.
A discussão é para saber se existe água suficiente para ser coletada e transformada em água potável, ou processada em outros elementos essenciais para a vida, como oxigênio e hidrogênio – o que traria um suporte interessante às missões lunares.
O principal esforço para tornar essa ideia algo mais palpável é provar que a reserva de água no polo sul lunar de fato existe nesses termos – ou seja, de forma que possa ser explorado em prol de uma “economia lunar”.

Assim, encontramos cientistas como Clive Neal, especialista em exploração lunar e professor de Engenharia Civil e Ambiental e Ciências da Terra na Universidade de Notre Dame (localizada em Indiana, nos EUA).
Ao Space.com, o especialista afirma que é preciso estimular campanhas coordenadas para que seja possível a realização de missões dedicadas a entender (e comprovar) o potencial lunar.
Na última década, cerca de 30 missões com robôs foram realizadas na Lua e outras 16 estão em fase de proposição – sem ainda receber financiamento para acontecer.
Neal conta que a campanha é justamente para estimular mais novas idas ao satélite.
“Precisamos formalizar esta campanha em termos de atrair as pessoas, para levá-la a sério. É hora de colaboração e cooperação”, acredita.
Neal lidera a Campanha Internacional de Prospecção de Recursos Lunares (ILRPC, na sigla em inglês), uma proposta para a regulamentação e exploração lunar a qual ele apresentou este ano durante o 37º Congresso Internacional de Geologia, realizado em agosto em Busan, na Coreia do Sul.