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Diversos estudos já apontaram que a exposição de crianças a telas deve ser limitada, uma vez que pode causar problemas de saúde e desenvolvimento. Agora, um novo trabalho de pesquisadores identificou mais um efeito negativo aos menores de idade.
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Segundo os cientistas, crianças expostas a um grande tempo de tela têm maior dificuldade para lidar com acessos de raiva e frustração. Em último caso, isso pode interferir até mesmo na saúde mental dos mais novos.
O trabalho foi publicado na revista The Journal of the American Medical Association.
Uso de telas por crianças cria um ciclo vicioso
- O estudo afirma que o tempo de tela gera menor controle emocional e regulação dos sentimentos na primeira infância.
- Essa dinâmica ainda cria um ciclo vicioso em crianças de até 4 anos e meio de idade, uma vez que a mesma dificuldade de regulação emocional contribui com o aumento do uso de telas.
- De acordo com os pesquisadores, o tempo de tela serve como uma espécie de “calmante digital” para as crianças.
- Isso acaba substituindo as relações interpessoais, que são extremamente necessárias para o desenvolvimento cerebral.

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Impactos para o desenvolvimento cerebral
A pesquisa começou em 2020, quando as crianças tinham três anos e durou até 2022, período auge da pandemia de Covid-19. Os pesquisadores explicaram que as crises de raiva que aconteceram por volta dos quatro anos e meio tinham como antecedente o maior tempo de uso de tablet quando a criança tinha 2 anos e meio.
Para reduzir os efeitos da exposição excessiva às teles, eles aconselham os pais a nunca deixarem as crianças sozinhas com a tecnologia. Entretanto, não é necessário evitar completamente dispositivos como celulares e computadores, por exemplo.

De acordo com o estudo, a tela não tem os mesmos estímulos importantes para o desenvolvimento cerebral humano. Por isso, o ideal é que o adulto utilize essa tecnologia com as crianças e não as deixe usarem sozinhas, como um calmante digital.