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O Alzheimer é uma das doenças mais temidas da atualidade. São mais de 50 milhões de pessoas que sofrem com os efeitos dela em todo o mundo. E a cada ano são diagnosticados aproximadamente dez milhões de novos casos.
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A situação preocupa as autoridades de saúde mundiais. Mas há uma nova esperança. Os avanços científicos têm possibilitado a criação de novos medicamentos que podem criar uma “nova era” na luta contra a demência.
Dois remédios já tiveram o uso aprovado
Segundo Jeff Cummings, professor de ciência do cérebro e da saúde na Universidade de Nevada, os desenvolvimentos científicos estão prestes a produzir medicamentos que poderão ser utilizados em todas as regiões, incluindo aquelas que possuem poucos recursos.

Atualmente, existem dois fármacos que podem alterar o curso da doença numa fase precoce: o Lecanemab, desenvolvido pelas empresas Eisai e Biogen, e o Donanemb, da Eli Lilly. Ambos foram aprovados pelas autoridades reguladoras dos medicamentos dos Estados Unidos e do Reino Unido.
Em 2024, a agência Europeia de Medicamentos também aprovou o uso do Lecanemab para alguns pacientes com Alzheimer, uma vez que o medicamento demonstrou atrasar o progresso da doença. Inicialmente, o fármaco não foi aprovado devido aos efeitos colaterais, especialmente o inchaço cerebral e as hemorragias, além do elevado custo do tratamento.
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Busca por medicamentos mais simples e eficazes
- Atualmente, 127 medicamentos contra a doença estão sendo testados.
- Estes produtos podem ser administrados por injeção subcutânea, ao contrário dos medicamentos já aprovados que exigem um diagnóstico complexo e uma administração intravenosa.
- Além disso, uma recente decisão da Food and Drug Administration (FDA), autoridade reguladora dos Estados Unidos, permite que o diagnóstico da doença seja feito à base de um exame de sangu.
- Isso facilita a inscrição em testes de medicamentos para a demência.
- O objetivo, de acordo com Cummings, é buscar remédios orais, que possam ser tomados uma vez por dia.