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O Homo erectus é a espécie humana mais duradoura da história, com uma existência impressionante de quase 2 milhões de anos, muito mais longa do que outras espécies como os neandertais, que viveram cerca de 400 mil anos, e o Homo heidelbergensis, que sobreviveu por cerca de 500 mil anos, como conta o IFL Science.
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Originado na África Oriental há cerca de 1,9 milhão de anos, o Homo erectus se espalhou por grande parte do planeta, incluindo a Geórgia, China e Indonésia, onde sobreviveu até cerca de 100 mil anos atrás.
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Homo erectus foi vítima de mudanças climáticas
- Durante sua longa trajetória, o Homo erectus desenvolveu importantes habilidades, como a fabricação de machados de mão e o possível domínio do fogo, e até pode ter construído barcos.
- No entanto, sua extinção ocorreu por volta de 100 mil anos atrás, possivelmente devido a mudanças climáticas drásticas, como a substituição das florestas abertas de Java por florestas tropicais, que dificultaram a adaptação da espécie ao novo ambiente.
- Ao contrário do que se acreditava, o Homo sapiens não teria sido responsável diretamente pela sua extinção, mas sim as condições climáticas adversas que o Homo erectus não conseguiu superar.
Essa longevidade do H. erectus nos faz refletir sobre o futuro da nossa própria espécie, o Homo sapiens, que, apesar de ter surgido há cerca de 300 mil anos, pode estar enfrentando desafios semelhantes diante das mudanças climáticas e outros problemas globais.
A capacidade de adaptação será crucial para determinar se conseguiremos alcançar uma longevidade tão impressionante quanto a do Homo erectus ou se, eventualmente, nos uniremos às outras espécies extintas nos registros fósseis.
