Siga o Olhar Digital no Google Discover
Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriram que neurônios localizados no tronco cerebral são responsáveis por processar sinais relacionados à quantidade de comida ingerida. Além disso, são eles que promovem a sensação de estômago cheio e de saciedade.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
O avanço é considerado importante, uma vez que a ciência ainda não sabia como o cérebro monitora a quantidade de comida consumida e decide quando é hora de parar. A descoberta ainda pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para combater a obesidade.
Estímulos são enviados quando não é necessário mais comer
A pesquisa foi realizada com camundongos. Os cientistas explicam que existem semelhanças importantes entre o tronco cerebral de quase todos os mamíferos. Isso sugere que o mesmo mecanismo pode existir nos seres humanos.

Batizados de colecistocinina (CCK), os neurônios respondem a múltiplos sinais gerados durante a alimentação, contando até mesmo a quantidade de vezes que os animais comem. Eles ainda monitoram o tamanho do estômago e a presença de comida na boca. Dessa forma, podem indicar quando o animal está satisfeito e deve parar de comer.
Os pesquisadores também descobriram porque há um atraso entre o ato de comer e a sensação de ficar cheio. Isso acontece porque os neurônios precisam enviar os impulsos para outras células que controlam diretamente os hormônios da saciedade.
Leia mais
- Está comendo sem sentir fome? Estudo descobre motivo
- Novo estudo define quando a obesidade é uma doença
- Como a IA pode reduzir a fome e combater o desperdício alimentar

É possível regular a atividade dos neurônios
- Durante o trabalho, os pesquisadores utilizaram técnicas de modificação genética para ativar e desativar os neurônios em camundongos a partir de lasers.
- Quando estimulados, os animais comiam menos, o que indica que esses neurônios regulam diretamente o volume de alimento ingerido.
- Caso o mesmo sistema exista em humanos, os cientistas afirmam que a descoberta pode levar ao desenvolvimento de tratamentos inovadores para obesidade.
- No entanto, ainda são necessários maiores estudos antes que isso possa se tornar realidade.
- As descobertas foram publicadas na revista Cell.