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A inteligência artificial (IA) generativa avançou rapidamente nos últimos dois anos, impactando diversos setores, incluindo o jornalismo.
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Um novo relatório revela preocupações entre jornalistas e o público sobre o uso da IA, como chatbots e geradores de mídia, nas redações.
Baseado em entrevistas e pesquisas em sete países, o estudo mostra que apenas 25% dos leitores de notícias confiavam ter encontrado IA no jornalismo, indicando uma possível falta de transparência por parte das organizações de notícias.
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Uso é mais aceito em determinadas tarefas
- O público se sente mais confortável com o uso de IA em tarefas de bastidores, como transcrição de entrevistas, do que em tarefas criativas e editoriais.
- Contudo, o nível de conforto varia de acordo com o contexto e os riscos percebidos.
- O relatório destaca a utilização de IA em áreas como seleção e edição de imagens, redação de manchetes e até criação de conteúdo falso, o que levanta questões sobre a precisão e ética.
O estudo também sugere que a confiança do público aumenta quando as pessoas já usam IA em suas próprias vidas, como em videoconferências ou no uso de descrições automáticas de imagens. Apesar disso, o uso de IA para criar avatares ou narrativas pode gerar desconforto.
Por fim, o relatório sugere que o público procure políticas claras sobre o uso de IA nas redações e apoie veículos que a utilizem para complementar o trabalho humano, sem o substituir.
