Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Meta pediu desculpas pela exibição de conteúdos violentos nas páginas pessoais de usuários do Instagram nesta quinta-feira (27). A plataforma informou que já corrigiu o que chamou de um “erro”, mas não deu mais detalhes.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
“Corrigimos um erro que fazia com que alguns usuários vissem conteúdo em seus feeds do Instagram Reels que não deveria ter sido recomendado. Pedimos desculpas pelo erro”, disse um porta-voz da Meta em uma declaração enviada à CNBC.
A emissora conseguiu visualizar diversas postagens em Reels que pareciam mostrar corpos e agressões violentas rotuladas como “conteúdo sensível”. Esse tipo de material pode ser desabilitado pelo próprio usuário na configuração de moderação mais alta.

De acordo com o site da Meta, uma equipe de 15.000 revisores ajuda a detectar imagens perturbadoras na rede. Além disso, a empresa utiliza inteligência artificial e ferramentas de aprendizado de máquina para remover conteúdos proibidos antes mesmo da denúncia de usuários.
A plataforma diz ainda que trabalha para evitar recomendar conteúdo que possa ser “de baixa qualidade, questionável, sensível ou inapropriado para espectadores mais jovens”.
Leia Mais:
- Mudanças na Meta: discursos de ódio podem disparar
- Meta adota cautela com IA de alto risco
- Facebook: moderadores da rede social estão adoecendo de forma grave; entenda

Mudanças na política de moderação
O “erro” mais recente ocorreu em meio às mudanças nas políticas de moderação de redes sociais controladas pela Meta, como informado no início de janeiro. A empresa diz que pretende alterar as regras para “promover melhor a liberdade de expressão”.
A plataforma informou que passaria a focar em “violações ilegais e de alta gravidade, como terrorismo, exploração sexual infantil, drogas, fraudes e golpes”, e não “todas as violações de política”.
Segundo a empresa, seus sistemas estavam rebaixando conteúdos com base em previsões, e não necessariamente violações efetivas — por isso, a rede pretende “se livrar da maioria desses rebaixamentos”.