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A Universidade Médica de Wenzhou e parceiros identificaram uma população de células-tronco retinianas humanas com potencial para regenerar o tecido da retina e restaurar a visão, uma descoberta significativa para o tratamento da degeneração retinal, como retinite pigmentosa e degeneração macular.
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Essas condições causam a perda irreversível de células sensíveis à luz na retina, e, embora os tratamentos atuais possam retardar o progresso, não substituem o tecido danificado. A perda de visão causada pela degeneração da retina afeta milhões em todo o mundo.
Por décadas, pesquisadores investigaram a possibilidade de usar células-tronco para regenerar a retina humana, um processo já observado em peixes e anfíbios.
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Descobertas do estudo
- No estudo publicado na Science Translational Medicine, os cientistas identificaram células-tronco na retina periférica de tecido fetal humano, com características de autorrenovação e capacidade de se diferenciar nos diferentes tipos de células da retina.
- Em organoides retinianos, essas células se moveram para áreas danificadas e geraram novas células retinianas.
- Os testes em modelos de degeneração retiniana em camundongos mostraram que as células transplantadas permaneceram viáveis por até 24 semanas, se integraram à retina e restauraram a estrutura e a função visual.
- Em comparação com outras células progenitoras, essas células-tronco se destacaram pela capacidade de diferenciação e viabilidade a longo prazo.
Os resultados indicam que organoides retinianos podem ser uma fonte promissora para o desenvolvimento de terapias regenerativas. Mais estudos serão necessários para avaliar a segurança, a compatibilidade imunológica e a eficácia em modelos que se assemelham mais à doença humana.
